Monday, 9 August 2010

Anne Frank

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Eu li o livro do diário da Anne Frank deve fazer uns 10 anos. Uma das minhas irmãs havia lido o livro quando estava fazendo intercâmbio nos Estados Unidos, pois lá o livro faz parte do currículo. Ela levou pro Brasil e eu li. Gostei muito, e até hoje lembro de partes do livro. Então visitar a casa-museu onde a Anne Frank morou foi um Must pra mim!
Dica, comprem ingressos pela internet se não quiserem enfrentar uma fila quilométrica!
Pra quem não sabe quem foi Anne Frank, ela era uma menina judia que teve que se esconder dos nazistas na época da segunda guerra. Eles ficaram no esconderijo por mais de 2 anos, até que alguém os denunciou e eles foram levados a campos de concentração, onde todos morreram, com exceção do pai dela. Durante o tempo dela no esconderijo ela escreveu um diário contando do dia a dia dela e das descobertas dela, muitas típicas da adolescência. O diário foi encontrado e o pai dela, e baseado no desejo dela de um dia publicar um livro sobre o tempo dela no esconderijo depois que a guerra acabasse, conseguiu que uma editora o publicasse e foi um sucesso depois de um tempo.
O museu é situado na casa onde eles realmente se esconderam. Na verdade era na empresa do pai dela, que foi passada pro nome de um amigo, pois os judeus foram proibidos de ter negócios, e este amigo junto com mais 3, sendo duas mulheres, tocavam o negócio, levavam comida pra eles e os mantinham informados sobre o que acontecia no mundo, pois eles estavam isolados do mundo. O esconderijo era na parte de trás da casa. Pra chegar lá havia uma estante com livros na frente pra que ninguém suspeitasse. Uma vez passando a estante, chegava-se no esconderijo. Moravam 8 pessoas lá no total: Anne com a família dela, uma outra família com um menino, e mais um senhor. Os quartos era pequenos, ela dividia o quarto com o senhor. Havia um banheiro e uma cozinha, que também servia de quarto e sala de estar.
Todas as janelas eram cobertas por uma capa preta, pra que ningúem visse que havia gente dentro da casa, então mesmo de dia era tudo escuro lá dentro, e eles precisavam ser cuidadosos pra não fazer barulho durante o dia pra caso algum outro funcionário da empresa os escutasse (até hoje não se sabe quem os denunciou, pode ser que tenha sido algum funcionário). Eles se exercitavam dentro da casa e tudo, pois nao podiam sair na rua! A comida era racionada e eles dependiam do que os amigos traziam pra eles. Imagine viver assim por 2 anos.

Foi realmente uma visita muito interessante e eu acho que todo mundo deveria ler o livro e se um dia tiver chance visitar o museu, pois abre a mente das pessoas e como já comentei aqui é importante o mundo não se esquecer dos efeitos das guerras nas pessoas.
Se este livro não é parte do currículo no Brasil, deveria ser. Talvez assim a gente aprendesse algo de útil na disciplina de história.

Amsterdam – dia 2

No dia seguinte de manhã fomos no flower market. A Holanda é famosa por suas flores lindíssimas. Realmente eram bem bonitas, mas na primavera devem ser mais ainda. O mercado fica na beira de um canal e tomamos café da manhã num café ali na frente, chamado Studio 2. Comi um misto quente e a melhor torta de maçã que já comi!! Adorei!! O André comeu uma panqueca, que diz que é bem popular lá.

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André batendo fotos no mercado de flores


Depois fomos até uma ponte chamada Magerebrug. O dia não estava dos melhores, e choveu um pouco. Eu nem achei a ponte grandes coisa, mas é uma atração turística e o André queria ver. Depois fomos até o Dam Square, onde tem um palácio (estava em reforma e não entramos), lojas e muitos turistas. Estava tendo um campeonato de futebol de homeless e tinha um monte de gente assistindo.
Aí fomos caminhar pelo red light district. É a parte mais antiga de Amsterdam, e tem este nome porque a noite janelas são iluminadas com uma luz vermelha e prostitutas ficam de lingerie nas janelas esperando algum freguês. Pelo que eu li isso começou antigamente, com os marinheiros buscando companhia naquela parte da cidade e evoluiu até o que é hoje, um bairro bem diferente. Apesar das casas serem parecidas com o resto da cidade, lá tem museu erótico, lojas que vendem tudo quando é tipo de apetrecho, filmes pornográficos, shows pornográficos, onde aparentemente se faz de tudo. Prostituição é legalizada na Holanda, então não é nada demais pra eles. Durante o dia não tinha muita gente lá, e tinha algumas prostitutas nas janelas, mas 99% delas eram gordas e a maioria mais velha. De lá fomos caminhando até encontrar uma das casas mais antigas de Amsterdam, que hoje é um pub.

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Pub numa das casas mais antigas de Amsterdam

Eu adorei o interior e paramos pra tomar alguma coisa. O almoço foi bem tarde num restaurante que serve comida típica holandesa. Não tinha nada que eu gostava no menu, o que eu queria era o prato infantil, de frango com batata frita, mas como sou adulta não posso e fui obrigada a comer um frango que tinha tempero de pimentão, que eu absolutamente detesto, e passei o resto do dia passando mal. Pra mim comida é a pior parte das viagens, pois é raro ter algo que eu goste! Depois disso nós fomos pro outro lado do centro, pois logo era hora da visita no museu da Anne Frank, que vou comentar no próximo post. Depois disso começou a chover e fomos num bar pra eu tomar um chá, afinal ainda tava passando mal do estômago e depois ficamos matando tempo, pois queríamos retornar ao red light district quando fosse noite. Só que demorou um monte pra ficar escuro, já eram mais de 10 da noite! Jantamos num restaurante natureba que achamos e comi uma salada. O red light district a noite chega a ser engraçado, é absolutamente cheio de turistas de todas as idades (só não tem criança, por motivo, catraentes. Quanta diferença! Depois de uma caminhada por lá já eram mais de 11 da noite e voltamos pro hotel.

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Museu da maconha no Red Light District

Amsterdam

Fim de semana passado fomos para Amsterdam. Voamos na sexta-feira meio-dia. Vôo curto, de 40 minutos, como de Floripa até São Paulo. O nosso hotel era longe da cidade, e feito o check-in largamos as coisas e fomos pegar o tram. 20 minutos até o centro, mas passa rápido quando se tem coisas interessantes pra ver.
Descemos numa praça turística chamada Leidse Plein, com vários cafés e restaurantes, artistas de rua (eles estão sempre onde estão os turistas), essas coisas. O dia estava lindo e resolvemos fazer um passeio de barco pelos canais de Amsterdam. O barco saiu da frente do Hard Rock Cafe e o passeio durou 75 minutos e passou por vários canais de Amsterdam, e pelo porto.

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Foi muito legal, a gente via pessoas sentadas na beira dos canais, algumas em mesinhas de restaurantes, tomando alguma coisa e conversando, e vimos vários barcos com pessoas morando dentro. Aqui na Europa é bem comum pessoas quererem morar em barcos, que ficam atracados na margem e alguns tem até entrada e jardim como se fosse uma casa de verdade!
Depois do passeio fomos jantar, pois não havíamos almoçado. Eu havia achado na internet a dica de um restaurante com um bife muito gostoso, segundo a pessoa que escreveu o artigo, e fomos atrás deste lugar. Era um restaurante cheio de gente, de pessoas locais mesmo ao invés de turistada. Tanto que o menu é um quadro negro pendurado na parede, e só está escrito em holandês. Ainda bem que no artigo tinha o nome do prato que era pra pedir! Comi o bife, batata frita e salada. Estava tudo DELICIOSO!! por $20 euros por pessoa, incluindo bebida, valeu a pena!

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De lá caminhamos até o Vondelpark, um parque bem grande preferido pelos moradores e pelos turistas. Estava cheio de gente, muitos fazendo churrasco em churrasquerias descartáveis. O André falou que por onde ele andava ele sentia cheiro de maconha (eu não consigo reconhecer direito). È que na Holanda, apesar de ser ilegal, é tolerado, então muita gente lá fuma. Inclusive tem os chamados cofeeshops, que são lugares onde se vende maconha pra consumo. São todos regulados pelo governo e tem várias regras. Por exemplo, eles não podem vender bebidas alcólicas, pois não se deve misturar. Vimos vários destes por Amsterdam! Eles também vendem milkshakes e brownies com maconha dentro. Engraçado que perto destes coffeeshops encontra-se lojinhas onde vários tipos de comidas doces e salgadas (de pizza a donut) estao misturadas na vitrine. Eu olhei e pensei que nunca compraria nada nestas lojas, mas o André falou que é por causa do pessoal que fuma maconha, que diz que dá bastante fome depois.
Depois de uma caminhada no parque voltamos pro hotel pra descansar pro dia seguinte, que seria bem cheio.

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Tuesday, 20 July 2010

Incompetente e Inútil

Não, não estou falando do senado brasileiro, apesar dos adjetivos também valerem para lá, mas sim do consulado brasileiro em Londres. Incrível como mesmo num país desenvolvido, órgãos do governo brasileiro são incompetentes e desorganizados. Em outubro do ano passado tive a maldita idéia de transferir meu título de eleitor pra cá. A idéia principal era não ter que justificar o voto cada ver que for ao Brasil. Pra quem não sabe, se a situação com o tribunal eleitoral nãoe stiver em dia, não é possível fazer passaporte e como ainda possuo passaporte brasileiro eu infelizmente tenho que me importar com essa m*.
Em março recebi um email do consulado informando que meu título estava pronto pra ser retirado. AO contrário de instituições decentes , não é possível requerer nem receber o título por correio. Até o Home Office, essa abominável instituição inglesa, usa o correio para envio de passaportes e pedidos variados. Mas o consulado não é inteligente o suficiente pra fazer isso (imagino que ess regra venha do Brasil). Tanto pra transferir o título quanto pra retirá-lo, portanto, deve-se sair no meio do expediente no trabalho, explicar pro seu chefe que você tem que pegar um cartão pra poder votar (só essa parte já é ridícula), e depois compensar as horas que você ficou fora do escritório.
Então em março fui até o consulado e depois de esperar por 2 horas, ao conferir os meus dados, o sobrenome da minha mãe estava com uma letra trocada. Ao invés de ficar quieta (no Brasil ser sincero e honesto é a pior coisa possível de se fazer! TODAS as leis incentivam a pessoa a ser desonesta se ela quiser alcançar algum objetivo) eu falei pra mulher do erro e o resultado é que tive que preencher outra requisição, desta vez de retificação. Semana passada recebi email do consulado avisando que meu título estava pronto e hoje de manhã voltei naquele maldito lugar. Acordei mais cedo, peguei 3 metrôs incrivelmente cheios, esperei 45 minutos, e na hora de pegar o título o cara não conseguia achar. Depois de 5 minutos ele veio dizendo que cometeu um erro ao me mandar email, que meu título na verdade ainda não chegou, e que terei que retornar daqui a alguns meses, pois 4 meses (contando a partir de março) não é tempo o suficiente pra lidar com todas as requisições, que demorar é normal.
Desde quanto isso é coisa de país decente?? O Brasil é realmente a repúlica das bananas, onde NADA que é do governo funciona como deve. Tudo o que essa cambada de filhos da p* sabe fazer é cobrar impostos e mentir em época de eleição. É por esse tipo de coisa que eu possivelmente nunca vou voltar a morar no BRasil, porque eu não tenho paciência com falta de vontade e incompetência. Por isso que nao quis voltar quando fui chamada praquele concurso público que eu passei, que pesadelo ser funcionário público no Brasil!!
E pior, não sou única com hitórias sobre esse consulado, uma amiga minha que estava se mudando de volta ao Brasil precisou de uma declaração pra provar que ela estava morando fora faz tempo pra não ter problemas na alfândega e ela levou o documento que as empresas dão pras pessoas quando o contrato de serviço acaba. O consulado não aceitou, informando que não é treinado pra aceitar este documento, que ela tinha que pegar uma carta da empresa, em papel timbrado, dizendo que ela trabalhou lá de tal a tal período. E essa carta é prova melhor do que o documento oficial, o P45, aceito pelo governo da Inglaterra??? Como o consulado não treina seus funcionários nos documentos fornecidos pelas empresas do país onde ele está localizado??? Como???
Até o André que é paciente que só ele se irritou a ponto de postar no blog dele a conversa que ele teve com a funcionária de lá.
Entrar naquele maldito lugar é voltar ao Brasil! Eu aposto como os funcionários lá têm seus conhecidos "importantes" no Brasil pra terem conseguido vaga aqui, e devem ganhar uma grana pra aparecer atrás daquele vidro e ficar pedindo esse e aquele documento e fazer cara de idiota quando percebe a incompetência do órgão pro qual eles trabalham. E quer sabe ro pior de tudo? Eu não estou nem aí pra esta eleição, não gosto de nenhum dos candidatos e se duvidar vou justificar meu voto novamente.

Saturday, 10 July 2010

Luzerna – Suíça

No sábado pegamos o trem pra ir pra Luzerna. Depois de uma viagem de menos de uma hora chegamos lá. A cidade é bem compacta e charmosa. Passamos por aquela ponte de madeira bem antiga que tem lá, e aparentemente a torre que tem do lado da ponte é a paisagem mais fotografada da Suíça!

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Famosa ponte de madeira em Luzerna

Seguindo mapa passamos pelos pontos principais da cidade: a estátua do leão na pedra (em homenagens aos soldados suíços que morreram na guerra com a França), igrejas, o muro que circundava a cidade, as ruas com as casas todas pintadas com diversos temas, a represa etc. Almoçamos num restaurante italiano e o garçom falava tudo quanto é idioma. Engraçado que sempre achavam que éramos franceses, acho que porque quando eu falo alemão eu devo ter sotaque meio francÊs, não sei... Existem 4 idiomas oficiais na Suíça: alemão, francÊs, italiano, e reto-romano. A grande maioria fala alemão (suíço-alemão, que eu não entendo nada, mas como este idioma não tem gramática todos falam alemão oficial também, pois precisam pra escrever), francês se fala lá pros lados de Genebra, italiano só na fronteira, e o reto-romano acho que pro sudoeste, mas é o menos falado.
Foi mais um dia quente e resolvi tomar um sorvete pra refrescar. Logo pegamos o trem e voltamos pra Zurique, e aí fomos passear pelo outro lado da cidade. A Alemanha estava destruindo a Argentina e tava todo mundo assistindo. Eu náo me empolguei de ver, então fiquei pela festa.

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Pessoal se refrescando no rio em Zurique

Passamos pela Bahnhofstrasse, que é a rua de lojas chiques e pela Langstrasse, que é o red-light district.
Tem bastante brasileiro em Zurique, e é incrível como o estereótipo da mulher brasileira é verdadeiro. Várias mulatas usando micro-shorts e miniblusas, vestidas como prostitutas mesmo, dançando. Sim, estava calor, sim, tinha música, mas de toda a população da festa elas era as únicas "dando show". Muitas brasileiras estáo lá pra arrumar marido, porque eu ouvi conversas entre elas sobre isso. Mas vou tentar não julgar ninguém, afinal não sei nada da história de vida delas...

Vídeo de Luzerna

 

Domingo eu acordei tarde, já eram 9:30. Foi bom pra descansar! Fomos no museu que fica do lado da estação, que é sobre a história da Suíça e sua colonização. Foi interessante aprender um pouco sobre isso. Eles são incrivelmente neutros, não querem dizer sim, mas também não querem dizer não, não apóiam A nem B,e  assim por diante. Só entraram na ONU depois de 2000, em 2002, e na segunda-guerra não fizeram muito pra ajudar contra o nazismo, tanto que foram pressionados pelos países que ganharam a guerra pra tomar alguma posição. A impressáo que eu tive é que se orgulham de ser neutros. E também se orgulham com a fabricação de relógios, que era seu maior produto de exportação (hoje em dia não sei se ainda é). Também se orgulham da discrição dos seus bancos, usados pelo mundo inteiro.

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Eu com a minha caixinha no banco suíço (no museu :))
Fomos num super mercado comprar chocolates pra trazer pra Londres, e os chocolates são deliciosos, tanto que já comi as 3 barrinhas que havia comprado!
Almoçamos, fizemos check out e logo fomos pro aeroporto. Confesso que não estava querendo voltar pra Londres, pois só de pensar em voltar pra um país onde o verão dura uma semana me sinto mal. Quero murar num lugar onde verão é quente!!!!!! Não se pode ter tudo, fazer o que...
Mas valeu a pena o passeio pra Suíça, gostei muito!!

Zurique - Suíça

Um dos meus sonhos de adolescente era conhecer a Suíça. Apesar de não saber muito sobre o país, por algum motivo eu achava que deveria ser um país fascinante.
Fim de semana passado eu fui conhecer um pouco da Suíça e aprendi um pouco sobre o país.DSC02733

Sexta de manhã embarcamos pra Zurique. Voamos com a Swiss Air, e de sobremesa eles dão um chocolatinho que é melhor do que a maioria dos chocolates que tem pra vender em qualquer lugar aqui. Chegamos em Zurique e pegamos o trem pro centro, viagem curta, de menos de 15 minutos. Nosso hotel ficava perto do centro, pegamos um tram pra chegar lá. Eu havia lido que o transporte público na Suíça é limpo e eficiente, e pude comprovar que é. Se diz que o tram vai chegar em 2 minutos, ele chega em 2 minutos, e é limpo mesmo. (Tram é um tipo de bondinho, não sei se existe no Brasil hoje em dia, mas antigamente sei que existia.)
Deixamos as coisas no hotel e fomos achar um lugar pra almoçar. Caminhamos pela margem do rio/lago e estava cheio de barraquinhas e pessoas ajeitando coisas nessas barraquinhas. Primeiro pensamos que fosse uma feira, mas depois descobrimos que por uma coincidência incrível, nossa estadia na cidade aconteceria ao mesmo tempo da Züri Fäscht, um festival que acontece por 3 dias a cada 3 anos, celebrando a cidade de Zurique.
Almoçamos num café numa das ruazinhas de atrás. A comida era boa, mas MUITO cara! Uma coisa que notamos é que tirando chocolate, tudo é caro na Suiça. Nós comemos sanduíche, tá certo que eram sanduíches mais arrumadinhos, veio com bastante batata frita e tal, mas isso e bebida pra duas pessoas saiu 53 francos, o que dá cerca de 40 libras!!!!! Vendo os menus nos restaurante um prato qualquer pra uma pessoa nao sai por menos de 20 francos! Fiquei chocada com o preço das coisas lá. Imagino que os salários pagos lá sejam compatíveis com o alto custo de tudo.
Depois do almoço fomos explorar os pontos turísticos da cidade. FOmos na igreja de Grossmünster e resolvemos subir na torre. Foram 180 degraus, mas a vista lá de cima era bem bonita.

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No barco indo pra Zürichhorn
Depois pegamos um barco e fomos até um lugar chamado Zürichhorn, que fica na beira do lago que tem lá, pra ver o jardim chinês. Lá também estava cheio de barraquinhas e tinha palco também. Inclusive tinha seguranças controlando a passagem de pessoas ali perto do palco, porque aparentemente era área VIP, mas falamos pro segurança que íamos visitar o jardim chinês e ele nos deixou passar.

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Jardim chinês em Zurique
Depois nós nos sentamos num bar bem legal na beira do lago pra ver o jogo do Brasil contra a Holanda. Tinha torcida brasileira lá, mas ficamos meio afastados deles. O bar era bem legal, mais alto nível, tinha piscina, hidromassagem, e tinha telóes pra ver o jogo.

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Assistindo o jogo do Brasil

Era um dia MUITO quente, mais de 30 graus, e meu arrependimento foi de não ter levado biquíni pra nadar no lago, porque a água estava muito boa! Eu molhei o rosto e os braços e tudo o que eu queria era dar um mergulho. Tomamos Apfelshorle bem gelado enquanto assistíamos o jogo. Se bem que eu não tava com muita paciência de ficar assistindo o jogo, e fui pro píer várias vezes ver a vista. Ali por perto tinha várias pessoas tomando sol, mergulhando e nadando. Uma hora começou um barulho ensurdecedor e fui ver era a esquadrilha da fumaça fazendo show. Eles era muito bons, faziam coisas incríveis! Não sei como têm coragem!! Ficaram um tempáo fazendo acrobacias, e os aviões tinham a bandeira da Suíça píntada embaixo então quando passavam perto dava um efeito legal vendo debaixo.
Pegamos o barco de volta e fomos caminhar pela outra margem do rio, onde tinha outras coisas pra ver, e onde a festa já estava a todo o vapor, pois a esta hora o expediente já havia acabado e a cidade inteira estava lá. Eu fui pedir uma pizza num lugar que era obviamente a concentração de brasileiros, cheio de barraquinhas oferecendo caipirinha, tudo verde-amarelo, e os caras da barraquinha todos usando a camisa do Brasil, e falei em português com eles, e eles me olhavam com uma cara estranha, como se não estivessem entendendo. Depois vi que não eram brasileiros, eram turcos...
Jantamos ali na festa mesmo, caminhando pelas várias pontes que ligam um lado ao outro do rio. Tudo muito charmoso. Foi muito legal explorar Zurique caminhando pelas ruelas.
Voltamos pro hotel e eu estava acabada, fui direto dormir.

Vídeos do primeiro dia:

Sunday, 13 June 2010

Stratford upon Avon

Hoje visitei uma cidade aqui da Inglaterra chamada Stratford upon Avon.  É que esta cidade fica ás margens do rio Avon, por isso o nome. Esta cidade é uma das mais visitadas da Inglaterra, principalmente por ingleses, e o motivo é que esta é a cidade natal de William Shakespeare, o grande escritor inglês.

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Jardim e a casa onde Shakespeare nasceu e cresceu

Visitamos a casa onde ele nasceu e morou na infância. Ele casou-se aos 18 anos com Anne Hathaway (o mesmo nome da atriz!), que tinha 26 anos na época. Visitamos também a casa onde ela morou, que fica numa cidadezinha do lado, e lá paramos pra fazer um lanche num café bem tranquilo. A caminhada até lá, cerca de 20 minutos, foi por camos e casas, foi bem bonitinho e relaxante.

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Atrás de mim o pub mais antigo da cidade, de 1700

Visitamos também a casa onde ele viveu até a sua morte, e visitamos a casa onde a filha dele morou com o marido, que era médico. Eu gostei mais desta casa, pois achei interessante ver os instrumentos utilizados pela medicina daquela época, era de dar medo! E o jardim nos fundos da casa era bem bonito e bem tranquilo.

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Casa onde a filha do Shakespeare morou. Adorei o jardim!

Depois fomos até a igreja onde ele foi enterrado e foi a primeira vez que eu vi uma feira-festival acontecendo num cemitério e inclusive dentro da igreja! Eram várias barraquinhas e stands de comida e vendendo artesanato.

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Túmulo de William Shakespeare

Toda a cidade respira Shakespeare e seus personagens, muitas pessoas naquela feira estavam vestidas de algum personagem das histórias dele e pela cidade as histórias eram encenadas por atores.

Foi um passeio bem legal, e de tarde deu sol e ficou agradável, apesar de manhã ter sido frio. A viagem de Londres até lá é de cerca de 2:30 no trem. Gostei!

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Chá da tarde em Stratford upon Avon

Vídeos: