Wednesday, 27 March 2013

Fethyie - Turquia

Aproveitamos os 2 dias de feriado da páscoa pra fazer uma viagem de 8 dias pra Turquia. Nossos amigos Jinny and Raymond foram conosco e foi uma viagem muito legal, que vou relatar nos próximos posts.

O vôo de Londres até Istambul não é longo, são 3:30, entretanto com a diferença de horário de 2 horas, e o fato de que voamos de Istanbul até a costa fez com que só chegássemos no nosso destino às 8:30 da noite apesar de termos saído de Londres às 9 da manhã. Nós alugamos um carro e os meninos fizeram um bom trabalho em grupo servindo de motorista e GPS pras madames Grazi e JinnySmile

Na nossa primeira noite saímos pra jantar já era tarde e o restaurante que encontramos era razoável. Só tinha homem lá dentro e estavam todos assistindo futebol. Deu pra perceber que os homens turcos são tipo os latinos, que olham as mulheres de cima até embaixo.

Nosso hotel era bem legal, bem na frente da marina e como era baixa temporada não estava lotado, então nosso quarto era bem de frente pra marina, o que eu gostei. O café da manhã era muito bom e tinha vários tipos de mel de vários sabores. Uma comida turca que eu gostei muito é uma tortinha de queijo turco e espinafre, que eu comi um monte.

Nós visitamos primeiramente as ruínas de Kayakoy, que era uma vila grega onde os gregos moraram até 1900, mas agora só tem as ruínas. Dali fomos até a praia de Ölüdeniz, que é uma das mais bonitas que eu já vi na vida! O mar é um azul lindo e com o dia de sol que pegamos estava fantástico. Ao invés de areia são pedrinhas, e tem também um lago que se mistura com o mar no canto direito da praia, que é muito bonito e tranqüilo.

Em época de temporada essa praia fica lotada e são dezenas de cadeiras e guarda-sóis por toda a praia, então foi bom termos visto o lugar sem essas cadeiras ou outros turistas por perto. Éramos só nós 4 lá admirando a beleza do lugar.

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Eu na frente do nosso hotel em Fethiye
Ruínas de Kayakoy
Praia de Ölüdeniz
Lago se encontrando com o mar em Ölüdeniz

De lá fomos até o centro de Fethiye e almoçamos no mercado de peixe, onde tem umas barraquinhas que vendem peixe fresco. Você compra o que quer e leva num dos restaurantes ali do mercado que eles grelham o peixe pra você e servem alguns acompanhamentos. O meu peixe estava delicioso.

Depois do almoço visitamos as tumbas do rei Amintas, que foram construídas numa montanha ali perto e têm um visual interessante.

Dali fomos passear no centinho de Fethyie, onde tem uma praça na beira do mar com fontes e jardins, bem bonitinha. Tomamos um drink num bar e foi engraçado o garçon perguntar se a gente queria que ligassem o patio heater, pois estávamos sentados fora. Mas não estava frio e então reparamos que os turcos estavam todos com roupas de inverno como se estivesse uns 10 graus, enquanto que na verdade estava perto de 20. Não estava calor, mas não estava frio.

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Mercado de peixe em Fethiye
Nós 4 tomando chá turco depois do almoço
Tombas do rei Amintas
Centrinho de Fethiye

Gostei muito dessa cidade e das atrações dos arredores, foi um bom começo de passeio.

http://www.youtube.com/watch?v=4tuHXzgpR1c&feature=youtube_gdata

Sunday, 10 March 2013

Luxemburgo–Dia 3

No nosso último dia aqui nós poderíamos escolher entre acordar cedo e visitar um lugar que dizem ser bem bonito, chamado Vianden, ou acordar tarde e ficar por Luxemburgo mesmo até a hora do nosso vôo. Nós ficamos com a segunda opção pois fomos dormir depois da meia-noite por ter saído na noite anterior.

Tomamos café da manhã no hotel e foi melhor do que imaginei, mas saiu caro, foi 18 euros!!

Não tinha ninguém pela cidade e o comércio é todo fechado no domingo, ao contrário de Londres. Então tudo o que nos restou fazer foi ficar caminhando e vendo cantos novos da cidade.

Visitamos o museu da cidade, que conta a história de Luxemburgo e tem informação sobre imigração. 46% da população é de estrangeiros, e a maior colônia é de portugueses, o que a nessa hora já não era mais surpresa pra nós. Eu brinquei de ser a moça da previsão do tempo numa parte que falava da televisão em Luxemburgo.

Depois passamos pelo parlamento e pela casa do primeiro ministro, que fica bem no centro e a gente pode passear pelo jardim.

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Praça Clairefontaine e o parlamento
Algum canto da cidade e eu brincando de moça do tempo

Acostumados com Londres nós saímos cedo pra ir pro aeroporto e em 20 minutos estávamos lá! Mais uma vez o vôo atrasou (estou decepcionada com a British Airways!) e chegando em Londres foi aquela coisa demorada e desagradável pra chegar em casa, que desta vez documentei em vídeo.

Abaixo o vídeo do passeio.

Saturday, 9 March 2013

Luxemburgo–Dia 2

Luxemburgo tem 3 idiomas usados: O idioma local deles, francês e alemão.

Eu sempre tentava primeiramente falar em alemão e 60% das pessoas entendiam e falavam, entretanto no comércio era tudo em francês, que eu não falo e só entendo migalha. Só que pra nossa surpresa existe uma colônia portuguesa muito grande lá. Acabou que em todos os lugares que fomos o/a atendente era português e aí eu conseguia me comunicar sem precisar do André pra traduzir francês.

No sábado nós tomamos café da manhã numa confeitaria no mesmo Place de Paris que havíamos ido no dia anterior e a atendente era portuguesa e nos atendeu muito bem. Na real todos os atendentes portugueses foram muito simpáticos e eficientes.

Depois do café pegamos um ônibus e em 35 min estávamos em uma cidadezinha bem na fronteira com a Alemanha chamada Echternach. O ônibus nos deixou no centro da cidade e ficamos caminhando pelas ruazinhas da cidade explorando. Infelizmente o posto de informação turístico estava fechado e não conseguimos pegar mapas pra fazer caminhadas ao redor da cidade, que dizem ter paisagens lindas e chamam o lugar de Little Switzerland. Se bem que acho que no inverno não é a melhor época pra fazer essas caminhadas.

Por sorte depois do meio-dia deu sol e o passeio foi bem mais agradável.

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Echternach

A cidadezinha não tem nada de especial, mas é charmosa. Foi legal quando atravessamos uma ponte e chegamos caminhando na Alemanha. Eu adoro isso na Europa!

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Explorando Echternach.
Andre atravessando a ponte pra chegar na Alemanha, vista na foto seguinte

Lá pelas 2 voltamos pra cidade de Luxemburgo e eu fui almoçar na McDonalds. O André não resistiu e comeu lá também. Ele vive falando que é ruim e isso e aquilo mas de vez em quando come lá tb!

Voltamos lá pra área do Grund pra ver o lugar com sol e depois voltamos pro hotel pra descansar.

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Caminhando pela cidade de Luxemburgo
Só porque saiu o sol, mesmo estando frio, os europeus sentados na rua

De noite saímos pro centrinho antigo de novo e fomos num bar chamado Bananas, e lá encontramos os menos meninos que passaram o natal conosco em Portugal, o Ricky e o John. Com eles estava uma amiga americana do Ricky chamada Carol. Tomamos um drink e às 9 fomos num restaurante brasileiro lá no centro, onde havíamos feito reserva. O nome do restaurate era Batucada e era bem gostosa (e carinha) a comida. Eu não tava com muita fome e comi um prato nada típico brasileiro, que inclusive nunca vi no Brasil, era uma salada de pato. Mas os demais comeram moqueca de frutos do mar e gostaram muito.

Foi muito legal ter encontrado eles e colocado o papo em dia. Já encontramos o Ricky em Londres, Paris, Lisboa e Luxemburgo.

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Tomando um drink com amigos

Eles moram na Bélgica e voltaram pra lá naquela mesma noite, pois são somente 2 horas de carro.

Friday, 8 March 2013

Luxemburgo–Dia 1

Como fazia uns meses que não viajávamos e porque viajar no inverno europeu é uma desgraça por causa do frio, nós resolvemos fazer uma viagem curta, pra um lugar perto. O lugar escolhido foi Luxemburgo, um dos menores países da Europa. Ele faz fronteira com a Alemanha, França e Bélgica e é conhecido aqui no Reino Unido por ter headquarters de várias empresas grandes porque lá paga-se bem menos imposto que no Reino Unido. Ano passado deu um escândalo porque a mídia noticiou que empresas como Starbucks e Amazon são baseadas lá pra pagar menos imposto apesar de fazerem fortunas aqui na Inglaterra.

Chegar lá é fácil, em 1 hora e pouco de vôo a gente chega no pequeno mas incrivelmente limpo e organizado aeroporto de Luxemburgo. De lá pega-se o ônibus 16 e em 20 minutos a gente desce na estação de trem principal da cidade, bem no centro.

Nosso hotel, assim como muitos outros hotéis como Ibis e Best Western, ficava perto da estação e eu gostei da localização pois era perto das atrações todas e também de lojas e super mercado. Nosso hotel chamava-se Park Inn.

Eu cheguei lah era 1:00 da tarde horário local (meu vôo atrasou 1 hora em Londres, Heathrow é um saco por isso) e encontrei o André no hotel, pois ele havia ido pra lá direto do Haiti, onde estava a trabalho havia uma semana (na verdade ele fez escala em Miami e Zurique, super chique ele hein viajando assim.).

Eu havia pesquisado os lugares pra gente ver e já havia visto sugetões de restaurantes, então saímos direto pra almoçar e fomos numa pracinha perto do nosso hotel chamada Place de Paris e almoçamos num restaurante ali. Uma coisa que eu não entendo é que países como Alemanha e Luxemburgo ainda deixam pessoas fumarem em lugar fechado! Eu sempre odiei cigarro e acho absolutamente inaceitável alguém fumar em lugar fechado, nem parece coisa de país desenvolvido e rico…

As porcões de comida são incrivelmente generosas em Luxemburgo e não conseguia comer nem metade do meu prato. Dava pra eu e o André dividir que não passava fome.

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Porções grandes no almoço em Place de Paris

Dali fomos caminhando em direção ao Old Town e logo antes da ponte descemos até o Grund, que é um vale que rodeia a parte antiga da cidade. Neste vale tem um rio e uma vila bem bonitinha, a parte mais legal da cidade na minha opinião.

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Caminhando pelo Grund

Caminhamos por ali, passamos pela Neumünster Abbey e fomos caminhando pelo vale seguindo o rio até chegar na área de Clausen, onde voltamos até a parte antiga da cidade subindo uma ladeira. Nesta ladeira têm umas cavernas chamadas Bock Casemates, que foi construída com o objetivo de ser um castelo lá por 900 e serviu de base para o que hoje é a cidade de Luxemburgo. Estas cavernas têm vista para o vale (Grund).

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Nem a chuva estragou a beleza do lugar

Saindo desta visita fomos seguindo o caminho que contornava a cidade, com vista para o vale. Aí começou a chover e fomos até o centro da cidade tomar um chocolate quente pra esquentar. Passamos no ponto de informação turística e lá foram extremamente helpful e organizados. Nos deram várias sugestões de lugares pra ver com tabela de horários de trem e ônibus para chegar nos vários destinos.

Passamos também no ponto de informação sobre a união européia, onde eles têm vários livretos com tudo quanto é tipo de informação sobre a união euroéia em vários idiomas, sobre os países, as leis e os direitos dos cidaçãos europeus. Foi bem interessante.

Como havíamos almoçado tarde a nossa janta foi só um sanduíche comprado na estação de trem, que eu não gostei nem um pouco por sinal. Fomos dormir super cedo pois estávamos super cansados.

Sunday, 17 February 2013

Falta de vergonha na cara

Estou absolutamente chocada com os atentados que têm acontecido em Santa Catarina, mas absolutamente indignada com a incompetência, a falta de vergonha na cara, e a arrogância do governador e da secretaria de segurança!
Da mesma forma que eu xinguei o Cabral de tudo quanto é nome quando os traficantes tomaram conta do Rio e ele se recusava a pedir ajuda federal, esses idiotas inúteis do Colombo e dos imbecis da secretaria fizeram exatamente a mesma coisa.
Em qualquer empresa privada eles já teriam sido demitidos há tempo por mostrar tamanha incompetência. E insistem em ficar falando mentiras fingindo que "É tudo parte do plano", pra tentar esconder a falta total de controle deles sobre a situação.
Há uns 2 anos atrás deu um escâdalo no presídio de São Pedro de Alcântara, onde foi reportado, filmado e fotografado as condições em que os presos eram mantidos. Eu nunca defendo presidiários, quem comete crime tem que pagar mesmo, entretanto os presídios deveriam ser lugares onde pelo menos algum dos presos pudessem ter algum tipo de opotunidade a se reintegrar à sociedade, aprendendo alguma profissão, recebendo treinamento, enfim, todo mundo merece uma segunda chance. Claro que tem uns que não tem mais jeito mesmo, mas se 10% deles conseguissem tomar outro rumo na vida já seria alguma coisa.
Serviu pra alguma coisa toda aquela comoção? É ÓBVIO que não, porque estamos falando de Brasil, um país onde político é corrupto e só sabe fazer discurso. Por que não reformaram o sistema presidiário??? Existem várias organisações que ofereceram ajuda para a secretaria responsável, com sugestões e inclusive com mão de obra, mas foi tudo negado, dizendo que não precisavam de ajuda e tudo estava sob controle.
Então realmente não me surpreende que este tipo de coisa tenha acontecido, porque é bem típico de Brasil as "autoridades" falarem que já estão tomando providências enquanto que na verdade não estão fazendo m* nenhuma.
Realmente é de processar o governo, de mandar prender os governantes e deixar anarquia tomar conta porque pior do que está é difícil.
Como que um país paga policiais, bombeiros, professores e médicos, pessoas que trabalham pelo bem da sociedade, um salário muito abaixo enquanto que um deputado que só passa tempo visitando o eleitorado tentando garantir voto pra próxima eleição, prometendo mundos e fundos que ele sabe que não vai cumprir??? O mesmo pra vereador a governador, pra aproveitadores em cargos de confiança. Acabou de sair no jornal que o político brasileiro é o segundo mais caro do mundo! E o que ele oferece pra sociedade que paga tudo? NADA!
Aqui na Inglaterra numa situação dessas o politico já teria se demitido de tanta vergonha e nunca mais se atreveria no mundo da política de novo!
E cada vez mais os impostos sobem e a educação, transporte, saúde e segurança cada vez mais sucateados...
Um pena um lugar tão bonito nas mãos de tantos ladrões e incompetentes.

Saturday, 26 January 2013

Show do Jorge Ben Jor

Semana retrasada eu havia comentado com a minha irmã que o único show que eu lembro que eu tentei ir várias vezes mas nunca deu certo (ou eu fiquei doente, ou não tinha ninguém pra ir junto) foi do Jorge Ben Jor.
Pra minha surpresa eu vi que teria show dele no P12 aqui em Jurerê Internacional. Não pensei duas vezes e vi se alguma das minhas irmãs iria comigo. Acabou que a mais nova falou que ia, mas eu bobeei e demorei 2 dias pra comprar ingresso, e nisso o preço aumentou R$40.00, de R$82 pra RS120!!  Fiquei na dúvida mas resolvi comprar mesmo assim, afinal era minha chance de ir no show dele. Além disso o show estava marcado pra começar até as 8 da noite, o que é raro pra shows aqui no Brasil, que normalmente começam perto da 1 da manhã, e como estamos aqui em Jurerê a ida e volta seriam fáceis.
O ingresso nos dava direito de passar o dia na P12, mas nós resolvemos ficar aproveitando a piscina aqui onde estamos e só fomos pro show às 6:30. Foi que nem na época de adolescente, pois a mãe nos deu carona até a P12, apesar de ser somente uns 20 min de caminhada daqui.
Tinha bastante gente e eu e a minha irmã fomos andar pra conhecer a P12. O lugar é realmente de festa, tem várias piscinas e camas e sofás ao redor da piscina, vários bares, e um ambiente legal, bem pra festa mesmo.
Entretanto o lugar onde aconteceu o show foi incrivelmente decepcionante! Era um corredor de cerca de 10m de largura e uns 40 de comprimento, e em cada lado havia seção VIP, cada uma com o mesmo tamanho da pista!! Ou seja, pra conseguir ver o show sem ter gente empurrando e passando do teu lado o tempo inteiro, ou pior, pra não ter cerveja espirrada nas pernas (porque todo mundo joga a lata no chão quando não quer mais), tinha que desenbolsar centenas de reais pra entrar na secão VIP. Pessoa de mais idade realmente não tem como ver show lá!
O show foi dentro de uma tenda, e tinha vários idiotas fumando lá dentro, e ninguém para pará-los. Se eu fosse advogada tentaria processar os fumantes por tentativa de homicídio das pessoas ao seu redor!
A acústica do lugar era absolutamente horrível. Estou acostumada com outros lugares de show, e a P12 pode ser uma casa legal pra balada, festa e praia, mas pra show foi muito frustrante.
Entretanto o show em si foi legal. Começou às 8, o Jorge cantou todas as músicas que eu conheço: Fio maravilha, WBrasil, Taj Mahal, País Tropical etc.
Não me arrependi de ter ido no show, e o melhor de tudo era poder ficar sentada na rua só de shorts e blusinha sem congelar!!
Estou pensando como vou embarcar naquele avião semana que vem pra voltar pra Londres, sendo que não sei qual a próxima vez que verei o sol quando chegar lá…

Sunday, 20 January 2013

Fim de ano, começo de ano

After spending Xmas in Lisbon I saw myself on my own for NYE in London. Therefore I made plans to spend NYE with friends in London, and we decided to purchase tickets for a Thames boat party.
Who better than my best friend Jinny and her man to make me company?
We boarded the Golden Star around 8pm on the 31st. The ticket was one of the cheapest ones we could find, around 90 pounds, but it was quite good!
First of all the weather was fantastic for that time of the year. Temperature around 10 degrees, which meant we could comfortably be outside without freezing, there was food and drinks at pub prices.
I danced a lot and the cruise went all the way to Hammersmith bridge and then back al the way to the Thames Barrier, and then back to the Big Ben, where several boats had docked. We had prime spots on the boat to see the fireworks, and I thought they were fantastic! Too bad we could not hear the music synching with the fireworks as people on our boat were quite loud, but I very much enjoyed it.
As usual TFL and London Council were extremely efficient in organizing the journey back home, and I am not being sarcastic. There were police officers everywhere, the queue to get into the tube stations was organized, trains were running efficiently, everything went very smoothly. It is indeed an example to the rest of the world, of how to organize a big event.

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Jinny and I celebrating NYE in London
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Waiting for the fireworks

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There it is!

No dia 9 de janeiro eu embarquei pro Brasil, onde estou passando 3 semanas.

Como sempre estou adorando passar tempo aqui em Floripa com a família, amigos, pegando sol e praia, comendo bem, saindo de shorts e camiseta, tudo de bom! E quanto que em Londres tá a maior nevasca e frio eu to aqui bem feliz da vida!
Nada melhor que férias num país tropical! To tentando fechar o olho pras incompetências e ineficiências do Brasil e aproveitando tudo o que o país tem a oferecer de melhor!