Tuesday, 20 July 2010

Incompetente e Inútil

Não, não estou falando do senado brasileiro, apesar dos adjetivos também valerem para lá, mas sim do consulado brasileiro em Londres. Incrível como mesmo num país desenvolvido, órgãos do governo brasileiro são incompetentes e desorganizados. Em outubro do ano passado tive a maldita idéia de transferir meu título de eleitor pra cá. A idéia principal era não ter que justificar o voto cada ver que for ao Brasil. Pra quem não sabe, se a situação com o tribunal eleitoral nãoe stiver em dia, não é possível fazer passaporte e como ainda possuo passaporte brasileiro eu infelizmente tenho que me importar com essa m*.
Em março recebi um email do consulado informando que meu título estava pronto pra ser retirado. AO contrário de instituições decentes , não é possível requerer nem receber o título por correio. Até o Home Office, essa abominável instituição inglesa, usa o correio para envio de passaportes e pedidos variados. Mas o consulado não é inteligente o suficiente pra fazer isso (imagino que ess regra venha do Brasil). Tanto pra transferir o título quanto pra retirá-lo, portanto, deve-se sair no meio do expediente no trabalho, explicar pro seu chefe que você tem que pegar um cartão pra poder votar (só essa parte já é ridícula), e depois compensar as horas que você ficou fora do escritório.
Então em março fui até o consulado e depois de esperar por 2 horas, ao conferir os meus dados, o sobrenome da minha mãe estava com uma letra trocada. Ao invés de ficar quieta (no Brasil ser sincero e honesto é a pior coisa possível de se fazer! TODAS as leis incentivam a pessoa a ser desonesta se ela quiser alcançar algum objetivo) eu falei pra mulher do erro e o resultado é que tive que preencher outra requisição, desta vez de retificação. Semana passada recebi email do consulado avisando que meu título estava pronto e hoje de manhã voltei naquele maldito lugar. Acordei mais cedo, peguei 3 metrôs incrivelmente cheios, esperei 45 minutos, e na hora de pegar o título o cara não conseguia achar. Depois de 5 minutos ele veio dizendo que cometeu um erro ao me mandar email, que meu título na verdade ainda não chegou, e que terei que retornar daqui a alguns meses, pois 4 meses (contando a partir de março) não é tempo o suficiente pra lidar com todas as requisições, que demorar é normal.
Desde quanto isso é coisa de país decente?? O Brasil é realmente a repúlica das bananas, onde NADA que é do governo funciona como deve. Tudo o que essa cambada de filhos da p* sabe fazer é cobrar impostos e mentir em época de eleição. É por esse tipo de coisa que eu possivelmente nunca vou voltar a morar no BRasil, porque eu não tenho paciência com falta de vontade e incompetência. Por isso que nao quis voltar quando fui chamada praquele concurso público que eu passei, que pesadelo ser funcionário público no Brasil!!
E pior, não sou única com hitórias sobre esse consulado, uma amiga minha que estava se mudando de volta ao Brasil precisou de uma declaração pra provar que ela estava morando fora faz tempo pra não ter problemas na alfândega e ela levou o documento que as empresas dão pras pessoas quando o contrato de serviço acaba. O consulado não aceitou, informando que não é treinado pra aceitar este documento, que ela tinha que pegar uma carta da empresa, em papel timbrado, dizendo que ela trabalhou lá de tal a tal período. E essa carta é prova melhor do que o documento oficial, o P45, aceito pelo governo da Inglaterra??? Como o consulado não treina seus funcionários nos documentos fornecidos pelas empresas do país onde ele está localizado??? Como???
Até o André que é paciente que só ele se irritou a ponto de postar no blog dele a conversa que ele teve com a funcionária de lá.
Entrar naquele maldito lugar é voltar ao Brasil! Eu aposto como os funcionários lá têm seus conhecidos "importantes" no Brasil pra terem conseguido vaga aqui, e devem ganhar uma grana pra aparecer atrás daquele vidro e ficar pedindo esse e aquele documento e fazer cara de idiota quando percebe a incompetência do órgão pro qual eles trabalham. E quer sabe ro pior de tudo? Eu não estou nem aí pra esta eleição, não gosto de nenhum dos candidatos e se duvidar vou justificar meu voto novamente.

Saturday, 10 July 2010

Luzerna – Suíça

No sábado pegamos o trem pra ir pra Luzerna. Depois de uma viagem de menos de uma hora chegamos lá. A cidade é bem compacta e charmosa. Passamos por aquela ponte de madeira bem antiga que tem lá, e aparentemente a torre que tem do lado da ponte é a paisagem mais fotografada da Suíça!

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Famosa ponte de madeira em Luzerna

Seguindo mapa passamos pelos pontos principais da cidade: a estátua do leão na pedra (em homenagens aos soldados suíços que morreram na guerra com a França), igrejas, o muro que circundava a cidade, as ruas com as casas todas pintadas com diversos temas, a represa etc. Almoçamos num restaurante italiano e o garçom falava tudo quanto é idioma. Engraçado que sempre achavam que éramos franceses, acho que porque quando eu falo alemão eu devo ter sotaque meio francÊs, não sei... Existem 4 idiomas oficiais na Suíça: alemão, francÊs, italiano, e reto-romano. A grande maioria fala alemão (suíço-alemão, que eu não entendo nada, mas como este idioma não tem gramática todos falam alemão oficial também, pois precisam pra escrever), francês se fala lá pros lados de Genebra, italiano só na fronteira, e o reto-romano acho que pro sudoeste, mas é o menos falado.
Foi mais um dia quente e resolvi tomar um sorvete pra refrescar. Logo pegamos o trem e voltamos pra Zurique, e aí fomos passear pelo outro lado da cidade. A Alemanha estava destruindo a Argentina e tava todo mundo assistindo. Eu náo me empolguei de ver, então fiquei pela festa.

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Pessoal se refrescando no rio em Zurique

Passamos pela Bahnhofstrasse, que é a rua de lojas chiques e pela Langstrasse, que é o red-light district.
Tem bastante brasileiro em Zurique, e é incrível como o estereótipo da mulher brasileira é verdadeiro. Várias mulatas usando micro-shorts e miniblusas, vestidas como prostitutas mesmo, dançando. Sim, estava calor, sim, tinha música, mas de toda a população da festa elas era as únicas "dando show". Muitas brasileiras estáo lá pra arrumar marido, porque eu ouvi conversas entre elas sobre isso. Mas vou tentar não julgar ninguém, afinal não sei nada da história de vida delas...

Vídeo de Luzerna

 

Domingo eu acordei tarde, já eram 9:30. Foi bom pra descansar! Fomos no museu que fica do lado da estação, que é sobre a história da Suíça e sua colonização. Foi interessante aprender um pouco sobre isso. Eles são incrivelmente neutros, não querem dizer sim, mas também não querem dizer não, não apóiam A nem B,e  assim por diante. Só entraram na ONU depois de 2000, em 2002, e na segunda-guerra não fizeram muito pra ajudar contra o nazismo, tanto que foram pressionados pelos países que ganharam a guerra pra tomar alguma posição. A impressáo que eu tive é que se orgulham de ser neutros. E também se orgulham com a fabricação de relógios, que era seu maior produto de exportação (hoje em dia não sei se ainda é). Também se orgulham da discrição dos seus bancos, usados pelo mundo inteiro.

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Eu com a minha caixinha no banco suíço (no museu :))
Fomos num super mercado comprar chocolates pra trazer pra Londres, e os chocolates são deliciosos, tanto que já comi as 3 barrinhas que havia comprado!
Almoçamos, fizemos check out e logo fomos pro aeroporto. Confesso que não estava querendo voltar pra Londres, pois só de pensar em voltar pra um país onde o verão dura uma semana me sinto mal. Quero murar num lugar onde verão é quente!!!!!! Não se pode ter tudo, fazer o que...
Mas valeu a pena o passeio pra Suíça, gostei muito!!

Zurique - Suíça

Um dos meus sonhos de adolescente era conhecer a Suíça. Apesar de não saber muito sobre o país, por algum motivo eu achava que deveria ser um país fascinante.
Fim de semana passado eu fui conhecer um pouco da Suíça e aprendi um pouco sobre o país.DSC02733

Sexta de manhã embarcamos pra Zurique. Voamos com a Swiss Air, e de sobremesa eles dão um chocolatinho que é melhor do que a maioria dos chocolates que tem pra vender em qualquer lugar aqui. Chegamos em Zurique e pegamos o trem pro centro, viagem curta, de menos de 15 minutos. Nosso hotel ficava perto do centro, pegamos um tram pra chegar lá. Eu havia lido que o transporte público na Suíça é limpo e eficiente, e pude comprovar que é. Se diz que o tram vai chegar em 2 minutos, ele chega em 2 minutos, e é limpo mesmo. (Tram é um tipo de bondinho, não sei se existe no Brasil hoje em dia, mas antigamente sei que existia.)
Deixamos as coisas no hotel e fomos achar um lugar pra almoçar. Caminhamos pela margem do rio/lago e estava cheio de barraquinhas e pessoas ajeitando coisas nessas barraquinhas. Primeiro pensamos que fosse uma feira, mas depois descobrimos que por uma coincidência incrível, nossa estadia na cidade aconteceria ao mesmo tempo da Züri Fäscht, um festival que acontece por 3 dias a cada 3 anos, celebrando a cidade de Zurique.
Almoçamos num café numa das ruazinhas de atrás. A comida era boa, mas MUITO cara! Uma coisa que notamos é que tirando chocolate, tudo é caro na Suiça. Nós comemos sanduíche, tá certo que eram sanduíches mais arrumadinhos, veio com bastante batata frita e tal, mas isso e bebida pra duas pessoas saiu 53 francos, o que dá cerca de 40 libras!!!!! Vendo os menus nos restaurante um prato qualquer pra uma pessoa nao sai por menos de 20 francos! Fiquei chocada com o preço das coisas lá. Imagino que os salários pagos lá sejam compatíveis com o alto custo de tudo.
Depois do almoço fomos explorar os pontos turísticos da cidade. FOmos na igreja de Grossmünster e resolvemos subir na torre. Foram 180 degraus, mas a vista lá de cima era bem bonita.

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No barco indo pra Zürichhorn
Depois pegamos um barco e fomos até um lugar chamado Zürichhorn, que fica na beira do lago que tem lá, pra ver o jardim chinês. Lá também estava cheio de barraquinhas e tinha palco também. Inclusive tinha seguranças controlando a passagem de pessoas ali perto do palco, porque aparentemente era área VIP, mas falamos pro segurança que íamos visitar o jardim chinês e ele nos deixou passar.

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Jardim chinês em Zurique
Depois nós nos sentamos num bar bem legal na beira do lago pra ver o jogo do Brasil contra a Holanda. Tinha torcida brasileira lá, mas ficamos meio afastados deles. O bar era bem legal, mais alto nível, tinha piscina, hidromassagem, e tinha telóes pra ver o jogo.

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Assistindo o jogo do Brasil

Era um dia MUITO quente, mais de 30 graus, e meu arrependimento foi de não ter levado biquíni pra nadar no lago, porque a água estava muito boa! Eu molhei o rosto e os braços e tudo o que eu queria era dar um mergulho. Tomamos Apfelshorle bem gelado enquanto assistíamos o jogo. Se bem que eu não tava com muita paciência de ficar assistindo o jogo, e fui pro píer várias vezes ver a vista. Ali por perto tinha várias pessoas tomando sol, mergulhando e nadando. Uma hora começou um barulho ensurdecedor e fui ver era a esquadrilha da fumaça fazendo show. Eles era muito bons, faziam coisas incríveis! Não sei como têm coragem!! Ficaram um tempáo fazendo acrobacias, e os aviões tinham a bandeira da Suíça píntada embaixo então quando passavam perto dava um efeito legal vendo debaixo.
Pegamos o barco de volta e fomos caminhar pela outra margem do rio, onde tinha outras coisas pra ver, e onde a festa já estava a todo o vapor, pois a esta hora o expediente já havia acabado e a cidade inteira estava lá. Eu fui pedir uma pizza num lugar que era obviamente a concentração de brasileiros, cheio de barraquinhas oferecendo caipirinha, tudo verde-amarelo, e os caras da barraquinha todos usando a camisa do Brasil, e falei em português com eles, e eles me olhavam com uma cara estranha, como se não estivessem entendendo. Depois vi que não eram brasileiros, eram turcos...
Jantamos ali na festa mesmo, caminhando pelas várias pontes que ligam um lado ao outro do rio. Tudo muito charmoso. Foi muito legal explorar Zurique caminhando pelas ruelas.
Voltamos pro hotel e eu estava acabada, fui direto dormir.

Vídeos do primeiro dia:

Sunday, 13 June 2010

Stratford upon Avon

Hoje visitei uma cidade aqui da Inglaterra chamada Stratford upon Avon.  É que esta cidade fica ás margens do rio Avon, por isso o nome. Esta cidade é uma das mais visitadas da Inglaterra, principalmente por ingleses, e o motivo é que esta é a cidade natal de William Shakespeare, o grande escritor inglês.

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Jardim e a casa onde Shakespeare nasceu e cresceu

Visitamos a casa onde ele nasceu e morou na infância. Ele casou-se aos 18 anos com Anne Hathaway (o mesmo nome da atriz!), que tinha 26 anos na época. Visitamos também a casa onde ela morou, que fica numa cidadezinha do lado, e lá paramos pra fazer um lanche num café bem tranquilo. A caminhada até lá, cerca de 20 minutos, foi por camos e casas, foi bem bonitinho e relaxante.

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Atrás de mim o pub mais antigo da cidade, de 1700

Visitamos também a casa onde ele viveu até a sua morte, e visitamos a casa onde a filha dele morou com o marido, que era médico. Eu gostei mais desta casa, pois achei interessante ver os instrumentos utilizados pela medicina daquela época, era de dar medo! E o jardim nos fundos da casa era bem bonito e bem tranquilo.

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Casa onde a filha do Shakespeare morou. Adorei o jardim!

Depois fomos até a igreja onde ele foi enterrado e foi a primeira vez que eu vi uma feira-festival acontecendo num cemitério e inclusive dentro da igreja! Eram várias barraquinhas e stands de comida e vendendo artesanato.

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Túmulo de William Shakespeare

Toda a cidade respira Shakespeare e seus personagens, muitas pessoas naquela feira estavam vestidas de algum personagem das histórias dele e pela cidade as histórias eram encenadas por atores.

Foi um passeio bem legal, e de tarde deu sol e ficou agradável, apesar de manhã ter sido frio. A viagem de Londres até lá é de cerca de 2:30 no trem. Gostei!

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Chá da tarde em Stratford upon Avon

Vídeos:

Saturday, 29 May 2010

Trento – Milão

Este dia foi mais tranquilo. Conseguimos dormir até um pouco mais tarde e fomos até a vila onde nasceu a Madre Paulina, que é considerada a primeira santa brasileira (apesar de ter nascido na Itália). A cidade natal do meu pai, Nova Trento, tem um santurário dedicado a ela, onde muitas pessoas vão pedir e pagar promessas. Como meus pais, e eu também, somos devotos, a gente queria conhecer (meus pais já haviam estado lá). Conheci a casa onde ela nasceu e morou até os 7 anos, uma casa de pedra. No inverno deveria ser muito frio lá, e o quarto que ela dividia com mais 4 irmãos e irmãs era bem pequeno. Tudo era muito simples. Admiro pessoas que vivem pra ajudar os outros. Não são muitas hoje em dia...
Depois fomos até a cidade de Trento, ali perto. Conhecemos o centro da cidade e almocei uma salada gigante! Estava bem calor e tomei um sorteve bem gostoso, como todo sorvete italiano é.

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Trento

Não sabia que a cidade de Trento tinha universidade e inclusive é um pólo tecnológico italiano, apesar de não ser tão grande como Milão ou Torino. Á noite fomos almoçar numa pizzaria cujo dono é do sul da Itália, de Nápoles, e foi muito engraçado ver o jeito dele e o sotaque dele, pois parecia de filme de mafiosos.

No dia seguinte saímos cedo e fomos pra Miláo. Devolvemos o carro e fomos conhecer a cidade. Milão é a maior e mais rica cidade da Itália, e deve ser a mais sem graça. Tirando o Duomo, aquela igreja, não vi nada de interessante. O Duomo é bonito por fora e por dentro, mas já vi igrejas mais bonitas.

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Milão

Era final do campeonato Europeu de clubes e o inter de Milão estava na final contra o Bayern de Munique. A praça do Duomo estava cheia de torcedores, estava bem barulhento. Caminhamos pela galeria e resolvemos tomar um sorvete ali perto, que foi incrivelmente caro! Caminhamos por uma rua com lojas e depois fomos num parque lá perto.

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Milão

Os parques italianos parecem praças do Brasil, não se parecem nada com os parques de Londres. Achei legal porque os parques que eu vi têm área só pra cachorros, onde se pode deixar o cachorro solto e ele brinca e socializa com outros cachorros. Jantamos num restaurante legal perto do hotel e no dia seguinte fomos ver o castelo que tem numa praça lá perto da estação de Cardona. Ficamos matando tempo lá até o almoço, e logo depois eu e o André fomos pro hotel pegar nossas coisas pra voltar pra Londres. Era pra termos pegado um vôo meio-dia, mas por causa da greve da empresa aérea eles cancelaram o Võo e nos colocaram num vòo mais tarde, que só saía as 7 da noite. Pelo menos voltamos no mesmo dia, pior seria ter que ficar mais tempo em Milão... Chegamos em casa eram 9:30 e não deu tempo de arrumar muita coisa. Estáva cansada, mas muito feliz com a viagem maravilhosa que fize, tanto pelos lugares que eu vi, quanto pela companhia, pois cada minuto com minha família é precioso. Espero fazer mais viagens assim!! Este é o último post desta viagem.

Besenello - Lago di Garda – Dolomites

O plano deste dia era de viajar pelo Lago di Garda. Saímos de Verona e nos pusemos a caminho de uma cidade chamada Sirmione, que é bem na ponta debaixo do lago di garda.

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Sirmione – Lago di Garda

É uma cidade muito bonitinha, que como todas as cidades italianas tem um pequeno castelo, tem várias lojinhas e restaurantes e muito turistas. Saindo de lá fomos dirigindo pela beira do lago e paramos numa cidade chamada Malcesine para almoçar. Também bem bonitinha a cidade, e de lá fomos até Riva del Garda, que fica na ponta norte do lago.

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Riva del Garda

É uma cidade maior que as outras, bom bonita, mais chique e mais cara. Paramos lá pra um café e depois fomos até Besenello, uma pequena cidade perto de Trento, onde moram amigos do meu pai. Esta cidade também tem um castelo, chamado Beseno, que fica no alto de um morro e de noite fica todo iluminado. Á noite fomos jantar num restaurante aos pés do castelo e a comida foi muito boa! Foi mais um dia cheio e uma vez no hotel só queria dormir.

Neste dia nós passamos praticamente o dia dentro do carro viajando pelos Dolomites. Esta região onde fomos é muito perto da Áustria, e depois de mais ou menos uma hora de carro a paisagem e a casas mudaram completamente, sendo iguais às paisagens que eu vi na Áustria. Os morros, as casas, tudo é igual na Áustria. Pelo que eu li é porque aquela regiâo percenteu ao império austro-húngaro e os habitantes dela preferem suas raízes austríacas. Tanto que ao chegar em algum restaurante ou loja, você é atendido em alemão. Eles também falam italiano, mas tem um pouco de sotaque. São todos fluentes em pelo menos 2 idiomas. Paramos pra almoçar numa vila perto de Braies, onde tem o lago de Braies, que é lindíssimo! O restaurante era bem típico, a comida bem gostosa e barata, e achei engraçado que o garçom quando descobriu que eu falava alemão não queria mais saber de falar italiano com os demais na mesa, e confirmava os pedidos em alemão pra mim hehe
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Lago di Braies

Depois fomos até o lago de Misurina, que também é bonito, mas não achei tão bonito quanto o de Braies. De lá fomos até Cortina D´Ampezzo, uma cidade com muitas estações de esqui ao redor, muito famosa entre os europeus e antigamente muito popular com celebridades. Ainda o é, mas aparentemente não mais tanto. Lá eu comi um Apfel strudel bem gostoso. Estava tudo fechado e vazio, pois é fora de temporada. De lá dirigimos até Passo Falzarego, que fica bem no alto e de onde se tem uma vista bem bonita. Lá estava tudo branco de neve ainda!! Não imaginava ver tanta neve mesmo em cima da montanha. A estrada pra descer é toda cheia de curvas de deixar qualquer um enjoado! O próxima parada foi Passo Gargena, que é mais alto e eu achei mais bonito ainda. A montanhas parecem pinturas na nossa frente, de tão bonitas! Adorei a vista de lá!

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A essa hora já eram mais de 5 da tarde e aí começamos a voltar pra Besenello, passando por Bolzano. Fomos jantar num restaurante chamado La Cacciatora, e a comida lá também era bem gostosa. Fomos com vários amigos dos meus pais, pois eles conhecem o dono do lugar.

Mantova - S. Benedito Po – Verona

Acordamos cedo pra nossa viagem até Verona, pois passaríamos por algumas cidades. A primeira pela qual passamos foi a cidade de Mântova, uma simpática cidade, que tem um palácio ducal, no qual não entramos. Nós almoçamos lá, eu experimentei um prato típico que era raviole com recheio de abóbora, só que a coisa era doce!! Era abóbora com açúcar e eu odiei! Acabei comendo na Mc Donalds. A Mãe e a Kinha tb comeram na Mc Donald´s, pois já estávamos cansadas de comer massa todo dia!

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Almoço em Mântova

Saindo de lá nós fomos para San Benedetto Pó, a cidade natal do meu bisavô, que foi criança para o Brasil. Foi por causa dele que eu consegui a cidadania italiana e foi bom conhecer de onde ele veio. É uma cidadezinha bem pacata, que me lembrou Nova Trento quando eu era pequena. Como na maioria das cidades italianas, na hora do almoço fecha tudo e só reabrem depois das 3:30 - 4 horas. O estilo de vida é realmente bem devagar, o exato contrário de Londres. Visitamos um Tridapalli que tem uma loja, ele vende frios, vinhos, essas coisas. Conversamos com ele, batemos fotos e ele nos deu um salame e um vinho de presente.

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San Benedetto Po


Saímos de lá já eram quase 5 horas e aí fomos pra Verona. Eu ADOREI verona. Achei uma cidade muito bonitinha, nem grande e nem pequena, e adoraria passar uns meses lá aprimorando meu italiano. Visitamos os pontos principais da cidade, incluindo a sacada da Julietta (que foi construída pra atrair turistas). Caminhando de volta pro carro passamos pela margem do rio que corta a cidade e a noite estava bem agradável, com um pòr-do-sol bem bonito.
O nosso hotel era bem bom, pena que só ficamos uma noite lá.

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Verona