Tuesday, 7 May 2013

Siena e San Gimignano

Nosso último dia na Itália foi bem cheio como os demais e começou às 7:30 da manhã. Alugamos um carro em Florença e dirigimos até a cidade de Siena, cerca de uma hora de viagem.
A cidade de Siena é pequena e fácil de ser explorada a pé. Como chegamos lá cedo, estacionamento não foi problema. Não é possível andar de carro no meio da cidade, então deixamos o carro em um estacionamento bem próximo da entrada da cidade.
A primeira parada foi o Duomo, que não é impressionante como o de Florença, mas tem uma fachada bonita. Não chegamos a entrar nele, e fomos então até a Piazza del Campo, uma praça bem grande em forma octagonal, bem no centro da cidade.
Logo ali perto vimos um café com uns muffins bem bonitos e pedimos 2. Logo antes de pagarmos descobrimos que cada um era 3.50 euros! Um roubo! Desistimos e logo mais adianta havia uma confeitaria bem grande e bonita com vários doces, pães, torrones etc e eu comi uma mistura de donut e rosca bem fresco e delicioso, por 1 euro. Às vezes vale a pena procurar.
A parte mais legal de Siena é o chamado Vicolo Del Campaccio, que é logo perto de uma das igrejas, e tem uma vista linda para a cidade!

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Il Duomo di Siena
Piazza del Campo
Eu e a Jinny em Siena
Vista panorâmica da cidade


Dali fomos até um vilarejo na região de Chianti, famosa pela produção de vinhos. Foi cerca de 30 min de Siena, e lá paga-se 5 euros e pode-se experimentar 4 tipos diferentes de vinho. Eu não sou chegada em vinho, então só consegui tomar 3 dos vinhos. O último era muito forte e não gostei em um pouco. Podia-se também experimentar azeite de oliva, o que meus amigos fizeram e compraram uma garrafinha. Esqueci o nome da winery, mas é a mesma família que cuida da produção há 26 gerações, impressionante!
Almoçamos no restaurante da winery (não sei se se diz vinhedo em português, mas é o lugar onde se produz e pode-se comprar os vinhos producidos), e eu comi pato com batata e tava gostoso. Foi bem mais barato do que qualquer restaurante que fomos em Florença. O pão quentinho com azeite de oliva estava divino!
Depois do almoço caminhos pelo minúsculo vilarejo, que era charmosinho, e fomos então até a vila de San Gimignano. Lá estava cheio de turistas! É uma vila medieval como as que vimos no sul da França, mas com estilo italiano. Não tem nada em particular pra se ver, é mais pra caminhar pelas ruelas, ver as lojas de souvenirs, tomar gelatto italiano delicioso, aproveitar o tempo longe da correria da vida normal.

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Vista da Winery
Hora do almoço
Uma dos vilarejos da Toscana
Vila de San Gimignano

Dali voltamos fomos até o aeroporto de Pisa pegar nosso vôo de volta a Londres. Estava cansada mas muito satisfeita com a viagem. Aprendi muito sobre o renascimento e fiquei impressionada de ver obras tão perfeitas de pessoas tão talentosas que passaram por lá. Assim dá gosto de aprender arte e história!

http://www.youtube.com/watch?v=ZSG_5Yx4h6A&feature=youtube_gdata

Monday, 6 May 2013

Florença–Dia II

No segundo dia resolvemos passar uma marcha mais lenta acordando mais tarde (eu acordei às 9), mesmo porque segunda-feira em Florença é um dia onde a maioria dos museus não abrem. Uffizi e Accademia, por exemplo, são fechados. Outros abrem certas segunda-feiras do mês somente, então é bom se informar.
O café da manhã no B&B foi muito bom, com suco fresco e várias pastries gostosas, muitas feitas pela dona do B&B, que é neta de um artista suíço, e herdou a casa onde agora é o B&B. A casa é cheia de obras deste artista.

Fomos de ônibus até o centro, cerca de 10 minutos, e visitamos primeiramente o Museo dell'Opera del Duomo, que é bem interessante, pois tem vários originais de esculturas que antes estavam em museus da cidade, mas que foram removidos para restauração e para evitar que fossem se desgastando com chuva e vento. Vi vários painéis lindos todos esculpidos em mínimos detalhes, que ficavam no Duomo. Mas acho que o mais impressionante é a porta do batistério, que foi renovada e está como nova. O trabalho de renovação é impressionante. É realmente de uma habilidade fenomenal do artista que fez a tal porta. Li que há muitos anos atrás houve uma competição entre artistas pra ver quem faria a tal porta, e um dos artistas que perdeu acabou voltando anos depois e fazendo a cúpola do Duomo. Outra obra interessante é uma escultura que Michelangelo fez pra sua prórpria sepultura, mas que depois desistiu e quebrou parte da escultura.

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Detalhe da porta original do batistério
A réplica que todo mundo bate foto
No museu Bargello
Duomo visto da torre do Palazzo Vecchio


A segunda parada foi o museu Bargello, que tem várias esculturas famosas de vários artistas. Tem uma sala só com obras de Verrochio, que foi o mestre de Da Vinci. Li que ele decidiu parar de fazer obras porque viu que nunca seria do mesmo nível de Da Vinci, não sei se é verdade.
Depois disso voltamos ao Palazzo Vecchio para subir na torre, que estava fechada no dia anterior por causa do tempo. A vista é bonita, mas eu achei meio decepcionante pois lá em cima é uma plataforma minúscula onde se sobe pra ver a vista e só cabe 2 pessoas por vez.
Resolvemos então caminhar até a Ponte Vecchio e almoçamos num restaurante ali perto, onde eu comi uma pizza gostosinha. Começou a chover e o plano era visitar o jardim Boboli, atrás do palácio Pitti, mas estava fechado.
Começamos então a procurar o tal Piazza Michelangelo, e subimos e descemos morro e nada, e caminhamos e nada, demoramos um tempão até achar a tal Piazza, mas uma vez que a achamos a vista de lá era realmente bonita.
Fomos então até Santa Croce, onde tem uma igreja bem grande onde estão os túmulos de Galileu Galilei e Michelangelo, entre outros homens grandes da época.

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Ponte Vecchio
Florença vista da Piazza Michelangelo
Eu em Santa Croce
Dentro do Batistério


Caminhamos tudo de volta até o centro histórico de Florença e visitamos o batistério, o prédio que fica na frente do Duomo. Por dentro não é nada demais, tem uns painéis bonitos mas nada impressionante. Só entrei porque estava incluído no Firenze Card. Todo mundo fica batendo foto da porta do batistério, a maioria sem saber que é uma réplica hehehe
A janta foi em San Marco, onde comi polenta frita e nhoque com molho de tomate. Estava bem gostoso e com a barriga cheia voltamos ao B&B.

Sunday, 5 May 2013

Florença–Dia I

No domingo pegamos o trem às 9:30 de Pisa até Florença. Achar o nosso B&B em Florença não foi fácil, mas foi parte da aventura. A viagem de trem foi boa porque eu tava tão cansada que dormi boa parte da viagem.
Uma vez no B&B (http://www.casaschlatter-florence.com/) só largamos as coisas e fomos de táxi até o centro pegar o nosso Firenze Card, que é um cartão que custa 50 euros e te dá direito de visitar os museus mais importantes da cidade, de andar de ônibus, e tem uma rede de wifi em alguns museus que você pode acessar com este cartão, então tem bastante vantagens. Outra vantagem (possivelmente a mais importante) é que a fila que a gente pega pra entrar nos museus com este cartão é menor do que a fila de quem vai comprar ingresso antes.

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Eu na Piazza della Signoria
Palazzo Vecchio
Il Duomo
Cupola do Duomo

Florença é uma cidade de muita história e com papel bastante importante no renascimento, onde os artistas mais famosos (Michelangelo e Da Vinci são exemplos) estudaram e moraram por algum tempo das suas vidas. Se você não gosta de museu não venha à Forença pois é o que a cidade tem a oferecer de melhor.
Começamos visitando o Museu Uffizi, que é o mais famoso de Florença. Eu teria aproveitado bem mais se soubesse mais sobre história da arte e técnicas de pintura. Lá estão várias obras de da Vinci, por exemplo, e pelo pouco que eu sei sobre ele consegui ver como os estudos de anatomia que ele fazia influenciavam nas pinturas, pois os detalhes das partes do corpo eram bem marcantes. Entre outros artistas famosos que eu vi lá foram Rubens (pinturas gigantes numa das salas) e Caravaggio (com as técnicas de meia-luz).
O almoço foi um sanduíche delicioso de uma sanduicheria bem perto do Uffizi, chamada AllAntico Vinaio. Tinha bastante fila mas valeu a pena, pois por 5 euros você come um sanduíche delicioso, com ingredientes que você pode escolher, uma pasta de alcachofra deliciosa e pão quentinho! Sentamos num degrau e mandamos ver!

Sanduiche


Dali fomos até o museu Accademia, onde está a famosa estátua Davi, de Michelangelo. A estátua é realmente impressionante, toda feita em mármore e de tamanho gigante, com proporções impressionantes. Este museu da Accademia não tem tanta atrações, é famoso por causa desta estátua. Uma cópia desta estátua está na frente do Palazzo Vecchio, pois não querem (sabiamente) deixar a original exposta aos elementos.
Depois disso fomos até o Palazzo Vecchio pra conhecer por dentro. É outro museu que tem várias obras de arte, esculturas e algumas salas onde realeza há muito tempo atrás morou. O palácio não é suntuoso pois é bem medieval, é mais pelas obras de arte que se visita.
Com o fôlego quase acabando neste dia ainda visitamos o Duomo por dentro. O prédio do Duomo é lindíssimo, com a fachada cheia de detalhes, e o prédio em si é gigantesco! Vi que a cúpola do Duomo quando foi construída era a terceira maior da Europa, atrás da Basílica de São Pedro em Roma, e da Hagia Sophia em Istambul. E eu já vi todos eles ao vivo!

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Vista da Torre de Giotto
Dentro do Palazzo Vecchio

O Duomo por dentro não é impressionante, mas tem um relógio 24 horas dentro e logo abaixo um mosaico bonito. A cúpola por dentro é toda decorada com pinturas de temas religiosos.
Nosso último passeio do dia foi escalar a Torre do Sino, de Giotto. Foram mais de 400 degraus por uma escada super estreita. Não foi uma subida fácil, mas a vista lá de cima é bem bonita, o que fez valer a pena o sacrifício.
Nosso jantar foi num restaurante mais ou menos ali pelo centro, onde comi uma massa com frutos do mar. Estava boa, mas nada como as da Costa Amalfitana.
De volta ao B&B tudo o que eu queria era tomar banho e dormir…

http://www.youtube.com/watch?v=J9C93KnZpIw&feature=youtube_gdata

Saturday, 4 May 2013

Pisa–Itália

No primeiro feriado de maio eu fui pra Itália com a Jinny e o Raymond conhecer uma região que ainda não conhecia, a da Toscana.
Acho que Pisa em si não fica na região da Toscana, entretanto os vôos diretos para Florença são bem caros, então resolvemos voar para Pisa, que fica somente a uma hora de trem/ônibus de Florençae assim aproveitamos pra conhecer a tal da torre.
Como marquei meu vôo bem depois que os 2 os melhores horários já estavam ou cheios ou com preços absurdos, então eu só cheguei às 9 da noite lá (como sempre a BA atrasou, desta vez foi meia-hora).
No aeroporto comprei ticket pro ônibus para o centro de Pisa, só que àquela hora da noite o mesmo não era tão frequente. Fiz besteira e fiquei esperando mais de 20 minutos, pra depois cansar de esperar e resolver pegar um táxi, pois o hotel era 1Km do aeroporto e custou 8 euros. Nem deveria ter perdido tempo e deveria ter pego um táxi direto…
O B&B onde nos hospedamos (http://www.guest-house.it/) era bem simples e bem localizado. O dono foi bem simpático, me deu um mapa da cidade explicando como chegar até a torre de Pisa. O bom foi que ele falou o tempo todo em italiano e eu entendi tudo. Claro que falar não é aquela fluência que eu gostaria, mas consegui me virar bem.
Apesar de estar bem cansada eu resolvi sair pra conhecer a famosa Torre de Pisa. Caminhei até uma pracinha central onde tinha um mercado com bastante comida. Comprei um marzipan que não estava muito bom. Acho que acostumei com qualidade, então não é qualquer um que eu gosto. A caminhada até a torre foi cerca de 20 minutos e apesar de ser mais de 10 da noite as ruas e restaurantes estavam cheios, pois a noite estava bem agradável, coisa que NUNCA acontece em Londres.

Mercado
Mercado em Pisa


Como já era noite as minhas fotos da torre não saíram boas, mas eu estive lá e vi a torre inclinada. Como eu tava sozinha não bati daquelas fotos que todo mundo bate fingindo estar empurrando ou segurando a torre. A torre não é impressionante, parece de brinquedo, mas gostei de a ter visto.
Uma vez de volta ao B&B procurei ir logo dormir pois dia seguinte seria bem cheio.

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Torre de Pisa

Tuesday, 2 April 2013

Istambul–Turquia–Dia 3

No nosso último dia na Turquia visitamos o Spice Bazaar (ou bazar de condimentos). Pra chegar lá passamos por várias ruas de Istambul onde as lojas são para as pessoas de lá mesmo, ao invés de lojas pra turistas, e foi interessante de ver a diferença no que eles compram, na moda pra roupas, lojas que só vendem hijabs (os lenços pra cobrir a cabeça das mulheres).
O Spice Bazaar foi meio decepcionante, pois tem bem poucas lojas de condimentos, a maioria das lojas são de souvenirs pra turistas.
Mas foi legal ter visto a praça do lado de fora dessa loja onde é uma loucura a quantidade de pessoas, os comerciantes oferecendo seus produtos, as entregas, parece coisa de filme aquela confusão toda.

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Spice Bazaar

Depois disso fomos almoçar, passeamos perto do hotel e logo foi hora de ir pro aeroporto pra voltar pra Londres.

Eu gostei muito da viagem. A costa foi legal, é bonita, mas o melhor de tudo foi ter conhecido Istambul. Eu adorei a cidade, é bem maior do que eu imaginava, praticamente do tamanho de São Paulo, e foi uma forma de ver uma cultura muito diferente numa cidade do ocidente, então o choque cultural não foi tão grande como Marrakesh, por exemplo.

Coisas que eu reparei e aprendi:

- é um paraíso pra quem quer comprar roupas de marca falsificadas. São extremamente baratas, mas de qualidade duvidosa. Tem de tudo: chanel, polo, adidas …
- as casas todas na costa têm aquecimento solar
- o idioma turco é praticamente impossível de se aprender. Não é parecido com nenhum outro idioma que eu tenha visto. Só aprendi Obrigada e Pare (nos sinais de trânsito) hehehe
- todos os lugares têm foto do Ataturk, o pai dos turcos, que foi um presidente que fez muita coisa boa pela Turquia
- É um país secular de população muçulmana, e por isso são tolerantes e não fanáticos

Eu recomendo uma viagem a Istambul.

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http://www.youtube.com/watch?v=ba58ILqxgQI&feature=youtube_gdata

Monday, 1 April 2013

Istambul–Turquia–Dia 2

No segundo dia nós acordamos cedo pra evitar filas e fomos visitar o Palácio Topkapi. Este palácio fica ao lado da Agia Sophia (que é fechada nas segundas, e apesar disso tinha gente fazendo fila lá). Tem um jardim bem bonito na frente do palácio.

O palácio é bem grande, tem vários pátios internos e é também composto de vários prédios. Pra entrar no prédio mais interessante deles, o Harem, precisa-se pagar a parte. Lá moravam várias mulheres que “serviam” o sultão. Pelo que eu li da história havia  uma hierarquia que ditava que as que tinham filhos dele estavam acima das que não tinham, e que a “rainha“ gerenciava a vida dessas mulheres e o dia-dia do Harem.

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Pão turco com pasta de azeitona
Dentro do palácio Topkapi
Eu e a Jinny no palácio TopKapi

Como já disse, esta é a parte mais bonita do palácio, pois as paredes têm aluzeijos lindíssimos e as salas são todas decoradas, assim como os tetos.
Pode-se também visitar as jóias da coroa, onde eu vi o maior diamante da minha vida, uma coleção de relógios e outra de armas, e vários outros prédios do palácio.
Ficamos lá a manhã inteira, e quando saímos as filas eram absurdamente gigantes! Vale a pena chegar cedo!
Dali almoçamos no mesmo restaurante do dia anterior, que fica bem na parte turística, mas tem comida turca (kebabs) e um preço não turístico (cerca de 10 liras por um prato). Era tão bom que comemos lá 2 dias seguidos, e eu adorei o arroz, o melhor que já comi na vida!

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Vista a partir do palácio Topkapi
Jardins do palácio
Agia Sophia mais uma vez

Depois disso nós fomos visitar o Grand Bazaar, que é um mercado bem grande onde eles vendem um monte de coisa: tapetes, jóias, roupas, souvenirs etc etc. É interessante, mas não tão legal quando os souks em Marrakesh. Tanto que só comprei uns presentinhos, nada demais. Já ficou tão turístico que os preços são caros, muitos pedem pagamento em dólar, e tem que barganhar, coisa que eu não gosto de fazer.

Visitamos também a Basílica cisterna, que era um reservatório de água gigante, que agora é aberto pra visitas. É um lugar subterrâneo com dezenas de colunas altas. O lugar é gigantesco e era um reseratório de água na antiguidade.

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Basílica Cisterna
Turkish Delight
Eu no Grand Bazaar
Lustres para venda no Grand Bazaar

À noite nós fomos até Taksim Square, que é um lugar bem moderno com várias lojas modernas e restaurantes. Fomos de tram até lá. Na verdade usamos transporte público pra tudo, que é fácil e bem frequente. O restaurante que comemos era mais ou menos, o ruim é que lá pode-se fumar dentro de restaurantes, e isso tira o apetite de qualquer um, coisa mais nojenta! Odeio cigarro e fumantes ridículos!

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Esperando o tram no pôr-do-sol
Eu e André em Taksim Square

Foi mais um dia de visitas a lugares bonitos.

 

Sunday, 31 March 2013

Istambul–Turquia–Dia 1

Chegamos em Istambul no domingo de páscoa, mas como é um país muçulmano (na verdade o país é secular, mas a população é muçulmana) a gente nem viu nada relativo a páscoa e estava tudo aberto pra business.
Estava um dia lindo de sol, mais de 20 graus, então foi ótimo passear por lá. Nosso hotel era 10min de caminhada das principais atrações e isso foi bom conveniente.
Começamos visitando o Blue Mosque, que é um dos prédios mais lindos que eu já vi na vida! Na parte de fora dele a gente vê na parede várias torneiras e homens sentados lavando os pés, mãos e cabeça. Logo começamos a ouvir o “Call o Prayer”, que é o chamado para rezar. Foi muito bonito ouvir esse chamado assim que entramos no pátio da mesquita, e como não se pode entrar na mesquita durante a reza fomos assistir a uma curta palestra sobre o Islam, do que se trata, dos rituais de se lavar antes, do jejum do ramadã etc. Foi bem interessante e aprendi um monte. Só que em nenhum momento falaram das mulheres no islã, que é um assunto bem controverso.
Assim que acabou a hora da reza nós entramos na mesquita pra ver por dentro, e todos têm que tirar os sapatos e colocá-los num saquinho, e recomendam que as mulheres cubram o cabelo com um lenço, mas esse eu não fiz.
Por dentro é bem bonito e grande, tudo atapetado. Vi na parece oposta da entrada a reentrância na parede que aponta para Mecca, a direção onde todos se viram pra rezar.

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Eu na frente do Blue Mosque
Blue Mosque por dentro
Blue Mosque por fora


Saindo e lá ficamos um tempão batendo fotos da mesquita, da praça onde ela fica, e da Agia Sophia, que foi nossa próxima visita.
Assim que havíamos chegado na praça principal, a fila pra comprar ingressos pra Agia Sophia estava gigante, por isso resolvemos visitar o Blue mosque antes. Já eram perto das 3 da tarde quando fomos pra Agia Sophia e a fila era bem menor. A última entrada é às 4 da tarde, então tivemos bastante tempo de vê-la por dentro.
Ela foi construída há mais de 1000 anos, e era uma basílica. Mas assim que os turcos tomaram Constantinopla (sim, é bem ali onde estávamos) ela foi transformada numa mesquita, mas hoje é um museu. Ela é bem bonita por dentro, mas bem acabadinha. Tem trabalhos de renovação, mas nao sei o quão eficientes eles são pois vários dos murais já estão acabados, o que é uma pena.

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Agia Sophia vista do Blue Moque
Agia Sophia por dentro

Dali fomos caminhando em direção ao hotel e no caminho tinham várias lojas vendendo Turkish delight. Escolhemos uma qualquer pra entrar e acabou que é das melhores lojas do ramo na Turquia (Chama-se Hafiz Mustafa)!
O André e o Raymond comeram baklavas, um doce típico do oriente médio, até não aguentarem mais, e eu comi Turkish Delight como uma louca. É tipo uma balinha de goma, mas 1000 vezes mais saborosa.

Esse primeiro dia foi simplesmente fantástico! Eu adorei a cidade e tudo o que vi nela!

http://www.youtube.com/watch?v=UP179Rtigrk&feature=youtube_gdata