Sunday, 20 January 2013

Fim de ano, começo de ano

After spending Xmas in Lisbon I saw myself on my own for NYE in London. Therefore I made plans to spend NYE with friends in London, and we decided to purchase tickets for a Thames boat party.
Who better than my best friend Jinny and her man to make me company?
We boarded the Golden Star around 8pm on the 31st. The ticket was one of the cheapest ones we could find, around 90 pounds, but it was quite good!
First of all the weather was fantastic for that time of the year. Temperature around 10 degrees, which meant we could comfortably be outside without freezing, there was food and drinks at pub prices.
I danced a lot and the cruise went all the way to Hammersmith bridge and then back al the way to the Thames Barrier, and then back to the Big Ben, where several boats had docked. We had prime spots on the boat to see the fireworks, and I thought they were fantastic! Too bad we could not hear the music synching with the fireworks as people on our boat were quite loud, but I very much enjoyed it.
As usual TFL and London Council were extremely efficient in organizing the journey back home, and I am not being sarcastic. There were police officers everywhere, the queue to get into the tube stations was organized, trains were running efficiently, everything went very smoothly. It is indeed an example to the rest of the world, of how to organize a big event.

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Jinny and I celebrating NYE in London
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Waiting for the fireworks

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There it is!

No dia 9 de janeiro eu embarquei pro Brasil, onde estou passando 3 semanas.

Como sempre estou adorando passar tempo aqui em Floripa com a família, amigos, pegando sol e praia, comendo bem, saindo de shorts e camiseta, tudo de bom! E quanto que em Londres tá a maior nevasca e frio eu to aqui bem feliz da vida!
Nada melhor que férias num país tropical! To tentando fechar o olho pras incompetências e ineficiências do Brasil e aproveitando tudo o que o país tem a oferecer de melhor!

Wednesday, 26 December 2012

Lisboa III

Na quarta-feira era dia de irmos embora de Lisboa, então arrumamos as coisas e fizemos check-out do apartamento. Fomos  ver a Torre de Belém, que é um monumento que fica na beira do Rio Tejo, perto de onde ele desemboca no mar. Não é uma torre alta, mas é bonitinha de fora. Como a maioria no grupo já tinha entrado nesta torre em outra oportunidade não entramos. Ficamos caminhando pela beira do rio aproveitando o sol, que me lembrou o sol de inverno do Brasil. Estava super agradável e o sol aquecia de uma forma gostosa, que dá vontade de ficar "lagarteando".
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Torre de Belém
Monumento em homenagem aos navegadores
Mosteiro dos Jerônimos por fora e por dentro

Finalmente visitamos o Monastério dos Jerônimos, que era ali na frente. É uma construção muito bonita por fora, todo branco, e por dentro lembra os monastérios aqui da Inglaterra com a diferença de que não está todo preto por causa da umidade. Isso porque sempre pega sol, então não é um lugar sombrio. As colunas e paredes eram bem bonitos esculpidos com detalhes, e a catedral do monastério também era impressionante.
Depois disso foi hora de eu dizer Adeus a Portugal. O André me deixou no aeroporto onde embarquei de volta pra Londres, enquanto que ele e os pais dele continuaram a dirigir por Portugal. Vão passar o Ano Novo em Madri e depois continuar a viajar por outros países.
Eu só não fui junto porque vou usar minhas férias pra ver minha família no Brasil no começo de janeiro.
Nem preciso dizer que mal posso esperar. Cheguei em Londres o metrô em greve, está frio, escuro e chovendo, como tem estado nos últimos 2 meses.

Estou contando os dias pra ir pro Brasil de férias!

Tuesday, 25 December 2012

Lisboa II


Neste dia acordamos mais tarde e eu e o André fomos passear por Lisboa. Ele já estava lá desde quinta-feira então me levou pra ver os lugares que ele já conhecia. Como o apartamento era no centro nós fomos caminhando até a estação Rossio e dali fomos até a Praça do Comércio, que fica na beira do Rio. Como era dia de natal estava quase tudo fechado, mas o sol estava brilhando e não estava muito frio, dava pra andar só com 1 casaco e nem precisei de cachecol.
Infelizmente como eu ainda estava me recuperando de uma gripe (essas gripes que eu pego na Inglaterra são um inferno, normalmente demora mais de 1 semana pra começar a passar) eu comecei a passar mal e não pude aproveitar como gostaria de ter aproveitado, tive que ir bem devagar que nem uma pessoa de 60 anos.

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Praça D. Pedro IV
Chegando na Praça do Comércio
Praça do Comércio

Fomos até o Largo do Chiado e passeamos pelas ruazinhas ali do lado.
No almoço comemos no único lugar que vimos aberto ali no centro, e eu comi um prego no pão, que é um sanduíche de pão de trigo com um bife dentro, mas não gostei. Em Porto comi um muito melhor! Comemos também uma porção de salgadinhos que tinha bolinho de bacalhau, coxinha e croquete. Estes até estavam bons.
Depois do almoço fomos até a Catedral da Sé pra eu ver por dentro, e dali até Praça da Figueira e pegamos o bondinho 12 que é uma rota circular que passa por algumas das atrações turísticas e foi bom porque pude me recuperar.

O bondinho é super antigo e e até engraçado ver os condutores terem que sair pra arrumar o cabo de conexão com a linha que se solta de vez em quanto, tudo meio precário.

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Largo do Chiado e proximidades
Esperando o bondinho 12

Resolvemos voltar pro apartamento e lá eu dormi um monte. Saímos de casa pelas 8 da noite pra jantar e um dos meninos (um casal de amigos deles que passaram o natal conosco) sabia de um restaurante de frutos do mar ali perto e fomos todos lá. A comida estava bem gostosa e bem mais barato que em Londres.

Monday, 24 December 2012

Lisboa I

Mais uma vez fui para Portugal passar o natal, pois em Londres não fica ninguém. Passei o natal em Porto em 2008 e desta vez fui pra Lisboa passar o natal com o André e meus sogros.
Como marquei a passagem com milhas só pude ir no domingo de noite, chegando em Lisboa depois das 11 da noite. Ainda bem que desta vez tinha alguém pra me buscar de carro no aeroporto!
Nós alugamos um apartamento no centro de Lisboa e foi bem conveniente e bem mais barato do que ter ficado em hotel. Quando a viagem dura alguns dias acho que vale a pena ficar em apartamento pois aí pode-se cozinhar e socializar melhor do que quando se hospeda em hotel.
Naquele dia fui dormir bem tarde pois até falar com todo mundo, me arrumar pra dormir já eram 1 da manhã.
No dia seguinte acordamos antes das 9 e logo depois do café fomos visitar a cidade de Sintra, que fica 20 min de carro de Lisboa. Fomos dia 24 pois dia 25 os lugares que visitamos eram fechados. Vimos a parte antiga de Sintra, que e´um lugar charmoso e bem arborisado, e parece que super cheio no verão!

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Sintra – Palácio Nacional

Começamos a visita pelo Palácio Nacional, que fica bem no centro da cidade antiga. Lá compramos um ingresso pra visitar os 2 palácios que segundo nos informaram mais valiam a pena de ser visitados: este e o Palácio da Pena. Tem outras coisas a serem vistas lá, mas não chegamos a ver, como o Palácio dos Mouros e a tal da Quinta da Regaleira.
O Palácio Nacional só tem uma sala que eu gostei. Comparado com outros palácios que eu já visitei não achei nada demais. Como falei só teve uma sala que eu gostei, uma bem grande que tem as paredes decoradas com azuleijos e o teto tem brasões e é todo decorado a ouro, possivelmente ouro brasileiro levados pelos portugueses.

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Sala mais bonita do Palácio Nacional com detalhe das paredes e do teto


As tapeçarias são bem pobres e sem graça, mas a arte em azuleijo compensa e é muito bonita!


Dali fomos de carro até o Palácio da Pena, que fica no alto de um morro e lá em cima tinha uma neblina incrivelmente espessa que não nos deixou admirar o palácio pelo lado de fora, mas o pouco que vimos já demonstrou ser muito bonito.
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Palácio e Parque da Pena cobertos pela neblina 

Por dentro este palácio é muito bonito e vale a pena visitar. Era um monastério que foi convertido que palácio em algum momento, e o que eu mais gostei foi o quarto da rainha (não vou saber dizer qual rainha), que tinha o teto e as paredes minuciosamente decorados com um tipo de gesso, e pintado à mão, e a madeira da cama foi talhada na cabeceira e era muito bonita!

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Sala de jantar
Quarto da rainha
Detalhe de um dos quartos
Violino de azuleijo


Eu recomendo que visitem este palácio, e durante o verão deve ser muito gostoso passear pelo parque ao redor, mas no inverno e com aquela neblina não tinha como. Aviso que o vento lá em cima é insuportável e foi a única vez que passei frio nesta viagem.
Almoçamos num restaurante em Sintra, onde comi um prato de carne, arroz, feijão e batata frita, tudo o que brasileiro gosta. Aliás muitos lugares lá tem comida brasileira e vendem guaraná.
Depois voltamos pro apartamento e minha sogra foi preparar a ceia de natal e cada um se ocupou de alguma forma. Eu tive que trabalhar por umas 2 horas.
Lá pelas 9 estávamos prontos pra comer a ceia, que estava deliciosa. Foram 2 pratos de bacalhau e tinha também arroz. De sobremesa teve doces portugueses e brigadeiro. Estava tudo delicioso!
Entregamos os presentes e gostei de tudo o que eu ganhei!! Mais tarde consegui falar com a minha família pelo skype e isto completou o meu natal, que pra mim só tem sentido quando é passado com família e pessoas que se importam com a gente.

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Eu em Sintra

Saturday, 17 November 2012

Casamento Inglês

Aqui na Inglaterra eu tive a sorte de trabalhar com vários ingleses que me incluíram em grande parte da vida social deles. Normalmente é difícil estrangeiros fazerem amigos entre os nativos, pois estes já têm seus amigos e familiares como parte da sua vida e não têm mais espaço pra ninguém. Comigo foi assim nos Estados Unidos e na Nova Zelândia, onde todos os meus amigos eram estrangeiros, normalmente europeus.
Na empresa onde eu trabalho a maioria são ingleses e apesar de muitos já terem partido pra outro emprego continuamos em contato. Um destes amigos convidou algumas pessoas do trabalho para o casamento dele, no leste da Inglaterra.
Ele e a noiva são ambos de uma cidade chamada Norwich, na região de Norfolk, e foi lá que ele se casou.
Eu e o André alugamos um carro sexta-feira depois do trabalho e às 6 da tarde estávamos a caminho com o nosso GPS, pois senão não teríamos chegado nunca, pois estava noite (agora 4 da tarde já é completamente escuro) e tinha um nevoeiro que dificultava a visibilidade, mas fomos com calma e não pegamos muito trânsito. Passamos bem pelo centro de Londres, ao lado do parlamento e da torre de Londres. Estava tudo muito bonito iluminado, nunca imaginei que passaria lá de carro que não fosse táxi.
Chegamos em Norwich eram quase 9:30 da noite e nos hospedamos num hotel chamado Premier Inn, tipo um Ibis. Jantamos no pub exatamente ao lado do hotel e a janta saiu super barata (esquecemos que saindo de Londres tudo é mais barato) e só tinha pessoas locais, tudo bem típico inglês.
Cansados por causa da semana cheia nós fomos dormir logo, e no dia seguinte fomos até o centrinho de Norwich tomar café e dar uma olhada. Não tem nada demais, não é legal como Cambrige mas tem seu charme.
Casamentos no Brasil se o horário marcado é 7, nada começa antes das 7:30. O casamento estava marcado pra começar às 2 (da tarde, pois aqui é Inglaterra) e nós chegamos às 2:10 e já estavam todos na igreja e já estavam trocando os votos!
Ainda bem que nossa chegada não chamou a atenção, mas reaprendi a lição que eu achei que já havia aprendido: não se chega tarde!
A missa foi bem curta e depois da saída dos noivos e pais todos ficaram na frente da igreja (que era também bem típica inglesa e não estava decorada) e distribuíram uma bebida chamada sherry, que eu não gosto muito

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Convidados na frente da igreja depois da missa

Dali fomos até o local da recepção e festa, que depois descobrimos que era na casa da noiva.
Por motivos familiares eles resolveram adiantar o casamento deles então algumas coisas eles tiveram que improvisar pra conseguir organizar em 2 meses.
Tanto o noivo quanto a noiva são de famílias de dinheiro com pais empreendedores, e o jardim da casa da noiva é bem grande, então mandaram instalar uma tenda branca bem grande e bonita, com aquecimento e tudo, que foi onde aconteceu a festa.
Na chegada serviram champagne e alguns canapés e havia um quarteto de cordas tocando. Todos ficaram em pé ali ao redor conversando, e quando chegou pelas 5 da tarde foi servida a janta.
Os lugares dos convidados são escolhidos pelos noivos, que decide quem vai sentar onde e eles com antecedência haviam enviado o menu pra gente escolher o que iria comer, não era buffet.

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Eu e André ao chegar na festa


A comida tava super gostosa, eu acabei comendo carne de porco (que raramente como) com batatas e vegetais, comida super tradicional inglesa.
Os noivos sentaram numa mesa comprida de frente pros convidados unto com os pais e os "best-men" (normalmente é um só, mas ele teve 2). Depois da janta teve discurso do pai da noiva, do noivo e de cada um dos best-men, e o discurso de cada um destes últimos foi bem engraçado.

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Na mesa do jantar


Depois teve sobremesa e então veio uma banda e tocou várias músicas bem atuais. Às 10 da noite teve fogos de artifício que foram organisados por amigos. Foi bem bonito, e como estava frio eles deram quentão pra tomarmos enquanto assistimos.
Tinha bebida à vontade e depois colocaram vários snacks numa mesa no canto, como pães e queijos.
Uma coisa que eu reparei é que muitas das mulheres não estavam bem vestidas. A maioria estava com roupa bem simples, que eu nãousaria pra um casamento.
No total tinham 12 pessoas da empresa que eu trabalho, muitas já saíram, mas foi muito legal encontrar com eles todos, dançamos um monte, alguns beberam um monte, conversamos sobre ocasiões passadas, todo mundo dançou um monte, foi realmente muito legal!

Facebook

Bagunça com o pessoal da empresa

Eu e o André fomos embora perto das 11 e a festa foi até 1 da manhã.
Domingo saímos de lá às 9:30 pra chegar cedo em Londres e evitar trânsito. A viagem de volta foi tranquila e foi um lindo dia de sol.
Eu adorei o passeio e a festa! Foi bom ver as diferenças pros casamentos do Brasil. Tem coisas que prefiro aqui e coisas que prefiro no Brasil. Por exemplo o fato da banda obviamente não ter tocado sertanejo ou pagode ou essas músicas de dancinhas ridículas foi algo fantástico, e outra coisa é que a decoração estava bem bonita, mas nada para ostentar. Eles têm dinheiro mas não ficaram inventando moda pra mostrar que têm dinheiro. E a maior diferença é que apesar de ter família deles no casamento, a maioria eram amigos. Eles convidaram quem eles queriam, ao invés de convidar primo e tio que não sabe nem o nome porque a gente não tem contato mas precisa convidar "porque senão fica chato".
Tomara que mais amigos meus aqui casem e me convidem :)

Aqui vai um vídeo que eu fiz na volta:

Monday, 8 October 2012

Napoli

Nossa última parada antes de retornar a Londres foi Napoli. Saímos da Costa Amalfitava era 8:30 da manhã, e depois de uma viagem tranquila chegamos em Nápoli eram perto das 11 da manhã. Nosso hotel foi marcado com milhas e era próximo ao aeroporto pois nosso vôo na terça-feira saía super cedo. O hotel em si era decente, mas o bairro era um lixo! Parecia inclusive perigoso, tudo sujo e abandonado, não foi uma boa impressão.
Depois do check-in dirigimos até o centro pra devolver o carro. O trânsito foi o pior que eu já vi na vida, não só eram muitos carros, não havia organização nenhuma, cada um faz o que quer, não existem regras praticamente. Depois de dar umas 3 voltas na praça central finalmente conseguimos achar o escritório da Herz e foi um alívio ter saído daquele trânsito infernal.

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Via Santissima Annunziata, parece uma favela
Ruota onde bebês eram abandonados aos cuidados de freiras
Il Duomo di Napoli por dentro e por fora

Estávamos perto da estação de trem, e como só teríamos aquele dia em Nápole fizemos uma caminhada sugerida no Lonely Planet, que começava ali perto da praça central. Aquela região parece uma favela! Praticamente por toda a cidade só se vê prédios arruinados e varais pra fora das janelas, é parte do “charme”  de Napole, mas perto da estação era demais.
Vimos rapidinho a tal da igreja da Santissima Annunziata e estava tendo um casamento. Ali do lado tem um ex-convento e abrigo de menores, onde ainda existe a tal da ruota, uma roda de madeira onde bebês não desejados eram colocados para serem criados por freiras no abrigo.

Dali vimos rapidinho o Duomo e ali perto tem um museu que tem uma pintura original de Caravaggio, mas tinha que pagar pra ver essa obra então resolvemos não ir. Já era fim de viagem e já havíamos gastado bastante, sabe como é.

Já eram 1 da tarde e estava morrendo de fome. Fomos então na pizzaria Di Matteo, que fica ali perto. Vimos no guia que era pra ser das melhores de Napoli. Chegando ali parecia um boteco com um balcão somente, mas entrando tem mesas e escadas. São 3 andares de restaurante, que é bem simples. Os garçons não são dos mais simpáticos nem dos mais eficientes, mas foi a melhor pizza que eu já comi na minha vida! Era simplesmente fantástica, deliciosa e todos os adjetivos bons que se usa pra comida saborosa! Só um imbecil que não entende nada de pizza, ou alguém que deu azar e pegou uma pizza mais ou menos, pra não gostar. Quem for a Napole tem que ir nessa pizzaria!

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A melhor pizza do mundo!
Uma das ruazinhas de Napoli
Rua das lojas de presépio
Obra de um artista local

Estava super quente, perto de 30 graus, e como a cidade é apertada com ruazinhas minúsculas, e cheio de gente e trânsito, as motos pra tudo quanto é lado, eu já fiquei cansada.

Caminhamos por várias ruazinhas, passamos por várias piazzas pequenas, e visitamos Napole subterrânea.
A cidade de Napole foi construída em cima de construções romanas, como anfiteatros, ruas e prédios todos da época dos romanos, que por sua vez haivam construído coisas em cima das obras dos gregos. De qualquer forma neste passeio aprendemos bastante sobre a história de Napole. Os túneis que visitamos foram usados como depósito de lixo no começo do século passado, mas na época da guerra foram usados como abrigo. São escuros, úmidos e é até um pouco friozinho lá embaixo. A gente passeia com o guia por vários túneis, alguns até meio claustrofõbicos e escuros e aprende sobre a história da cidade. Também incluído no tour está a visitação de casas onde foram encontradas relíquias romanas. É muito interessante e vale a pena fazer esse passeio.

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André numa rua de Napoli
Passeio por Napole subterrânea

Depois caminhamos por uma rua onde existem muitas lojas vendendo presépios feitos por artistas locais. Eles são lindos e os artistas são muito talentosos, mas também são caros, como se é de esperar.

Passeamos mais pela cidade, mas chegou pelas 6 da tarde eu já não aguentava mais. É uma cidade muito louca, barulhenta e suja. Tudo o que eu queria era voltar pro hotel. Comprei algo pra jantar no hotel e pegamos um táxi, porque de forma alguma eu iria de metrô praquele bairro!

Lá fiquei pensando em tudo o que vi e aprendi e resolvi que se tiver oportunidade de voltar eu voltaria pra explorar melhor a cidade, pois existem ainda muitos mistérios a serem desvendados, mas ficaria num hotel em melhor lozalização.

Foi o fim de uma viagem maravilhosa, com paisagens lindas, muito rica em história, e comida deliciosa. Não tem como não gostar da Itália Smile

Sunday, 7 October 2012

Ilha de Capri

No domingo apesar da previsão do tempo ser nublado resolvemos visitar a ilha de Capri. Esquecemos que o nublado da Itália é igual ao nublado da Grécia, onde é sol a maior parte do tempo e algumas nuvens no céu, ao contrário de Londres onde nublado significa absolutamente nada de sol.
No nosso hotel (chamava-se Torre Saracena por sinal, e recomendamos!) pedimos para marcarem pra nós um barco que sai de Praiano e vai até Capri. O preço é meio salgado, 60 euros por pessoa, mas o passeio foi ótimo. Saímos da Marina di Praia às 9 da manhã e o barco era pequeno. A vista da costa de dentro do barco é linda, conseguimos ver de longe e de outra perspectiva lugares que já havíamos visto (como Positano). O barco passou por umas ilhas hoje em dia particulares, mas onde diz a lenda existiam sereias, e foi indo em direção a Capri.

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No barco em direção á Capri
Ilha de Capri e os Faraglioni vistos de longe
Se aproximando de Capri


De longe conseguimos ver as rochas chamadas Faraglioni, que são meio que um símbolo de Capri, ficando cada vez mais perto, mas antes de chegar nelas passamos pelo groto branco e pelo groto verde, onde a água é ridiculamente transparente. Nunca vi água mais bonita na minha vida! Ao redor da ilha toda a vista era maravilhosa grande parte por causa da cor da água.
Continuando em direção á Marina Grande passamos pela Marina Pequena, pelo farol, e pelo Groto Azul, que é uma das maiores atrações turisticas de lá. É uma gruta onde a água é de um azul indescritível. A entrada é minúscula,´só se consegue entrar de canoa e se abaixando dentro da canoa. A fila pra pegar um destes barquinhos é de mais ou menos 1 hora, e paga-se mais de 12 euros. Ninguém no nosso barco se empolgou em ir, então vimos só de for a e fomos direto pra Marina Grande.

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Groto branco
Água incrivelmente azul em Capri
Arco Natural visto do barco
Faraglioni vistos do barco
Groto verde


Uma vez lá tínhamos 4 horas pra explorar Capri, o que eu achei que seria tempo demais, mas foi tempo de menos, pois tem bastante coisa pa ver! Da marina pega-se um bondinho pra chegar até a cidade, que fica em cima. Fomos até o tourist office pegar um mapa e decidimos fazer uma caminhada de mais ou menos 1 hora ao redor da ilha. Fomos seguindo o mapa e as placas indicando “Arco Naturale”, que é um arco natural de pedra. Já eram mais de meio-dia e resolvemos almoçar num restaurante no meio desta caminhada, que por coincidência tinha vistas lindas para o mar. Todo os rstaurantes que comemos na costa amalfitana tinham vistas lindas, pois eles estão por todos os lugares.
Caminhamos até o Arco Natural, de onde vê-se o mar e os barcos de turistas bem lá embaixo. De lá continuamos a caminhada e passamos pea gruta Matermania, e dali descemos VÁRIOS degraus. Encontramos pessoas fazendo a mesma caminhada no sentido contrário e deu até pena, pois a quantidade de degraus não era fácil de contar muito menos de subir. Esta caminhada passou pelo meio de árvores e ia contornando a costa sul da ilha. Ela durou cerca de  uma hora e nós saímos na Marina Pequena, e de lá caminhamos de volta ao centrinho.

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Arco Natural visto da ilha de Capri
Caverna Matermania
Vistas da caminhada que fizemos ao redor da parte sul da ilha
Após a caminhada, chegando novamente na cidade


Visitamos os jardins Augustus e depois ficamos andando pelas ruazinhas vendo as lojas.
A Ilha de Capri é muito popular com celebridades e tem muitos hotéis lindíssimos e também caríssimos lá, e como tem clientela tem também lojas de alta costura lá perto e também restaurantes frequentados por pessoas de muito dinheiro, que vão mais pra aparecer do que pela comida, porque comida boa lá tem em todo lugar. De repente estes restaurantes servem alguma coisa especial, sei lá.
Vimos a loja onde as primeiras calças Capri foram confeccionadas, a Jaquelline Onassis era cliente.

Lá pelas 3:30 pegamos o bondinho pra descer até o porto pra pegar o barco de volta. Lá comprei uma blusinha escrito Capri, e uma bolsa. Fiquei com raiva da mulher que vendeu a bolsa, pois ela disse que ia pegar uma nova no depósito, então deixamos a que eu havia pegado lá e levamos a “nova”, e assim que tirei da embalagem vi que era defeituosa e estava suja. Voltei lá pra ela trocar, e ela pediu desculpas, mas temos certeza que ela fez de propósito pra tentar se livrar daquela bolsa. Bem coisa de país latino esse tipo de atitude.
A viagem de volta foi longa e cansativa pois a essa hora já estávamos super cansados. Chegamos em Praiano era 5:30 da tarde e fomos pro hotel descansar. Era nossa última noite na costa Amalfitana e voltamos no restaurante Marina di Praia onde eu comi o melhor risoto de frutos do mar que eu já comi na vida.

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Passeando pelas ruazinhas de Capri
Jardim Augustus em Capri
Bruschetta na nossa última janta na Costa Amalfitana

A Costa Amalfitana é maravilhosa e eu recomendo a todos, mas procurem ir logo após a alta temporada como fizemos pra evitar as multidões.